Leia sempre, a leitura transforma.

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

A Aula Final

Inspirada no livro A Lição Final de Randy Pausch que faz uma palestra de despedida, imaginei como poderia fazer a última aula. Desde que li esta obra pensava como seria. E assim com a ajuda dos alunos formatei minha última aula no IEESF com as turmas de segundos anos do ensino médio no dia 11 de setembro de 2018. Eles fizeram muitos questionamentos sobre as profissões que exerço, sobre a minha pessoa além da escola. Uma a uma foram respondidas, foi uma experiência magnífica. 

Muitas vezes me questionei se estava fazendo bem meu trabalho, acredito que como educadores não podemos nos acomodar e precisamos estar sempre em busca de algo mais, de fazer a diferença na vida daqueles que passam pela nossa sala de aula. 
















Eis alguns questionamentos:

A Melhor experiência que viveu dando aula

Transformar os alunos em leitores apaixonados é uma das melhores experiências. Desenvolver o “Programa de Leitura: Uma Paixão Chamada livros” e utilizar diversas mídias (como o microfone, o blog, o jornal) ficou na lembrança de inúmeros alunos e na minha ficará também.

Tenho certeza que a Literatura ajudou muito fazendo com que alunos descobrissem seus talentos e muitos acabaram escolhendo Letras, jornalismo, comunicação e hoje são pessoas que se destacam.

A surpresa que as turmas e colegas fizeram do dia 21 de agosto deste ano, um mês antes de encerrar minhas atividades, surpresa mesmo, acredito que isto marcará para sempre.

Momento importante é ter o reconhecimento por seus alunos e ex-alunos o que você passou em sala de aula, não falo aqui da disciplina, mas algo que fica da tua conduta ou daquilo que você sabe que fará a diferença na vida. Usei como bandeira a leitura e a escrita, enfatizei muito a leitura porque 
através dela encontrei muitas respostas para mim e a leitura me trouxe conhecimentos, consciência e muita responsabilidade por tudo aquilo que aprendi e que consegui passar para tantas pessoas, estudantes principalmente, adolescentes que me desafiaram ao longo destes anos todos. Muitos pais reclamam porque têm 1, 2 adolescentes em casa. Na escola temos muitos na mesma sala e isso é desafiador cada um com suas habilidades, características, problemas, desafios. Escolhi trabalhar com ensino médio em função de tudo isto, aprendi muito e me realizei como ser humano trabalhando com vocês. Fui muito feliz pelo trabalho que realizei. 

Em que momento você sentiu que tinha escolhido a profissão que você gosta?

No momento que você percebe que com seu trabalho você deixa marcas na vida dos alunos e faz com que eles percebam que podem também fazer sua parte neste mundo, serem pessoas do bem e contribuírem para um mundo melhor assim como eu.

O professor é aquele ser que por trás de uma disciplina faz com que outros ensinamentos sejam passados. O professor é alguém que está sempre sendo observado pelo grupo que está a sua frente. Seu comportamento, sua postura, ética, atitudes, ponderações tudo de alguma forma educa, ensina eis o grande mistério de ser professor.

Muitas atividades desenvolvidas na sala de aula fizeram com que vocês expressassem o mais íntimo de cada um, consegui assim trabalhar com vocês um pouco das terapias que conheci e trabalho no atendimento como terapeuta.

De onde veio a ideia de fazer aulas criativas e mais divertidas?

Eu acredito que a criatividade é o diferencial em qualquer profissão e sempre gostei de criar coisas novas como a literatura, as artes.

Desde o início da minha carreira proporcionei aulas diferentes e isso foi dando certo, tem aulas que a intuição veio na madrugada, fazia anotações, depois montava a aula, as formas de avaliação também e acredito que consegui encerrar esta etapa fazendo avaliações de formas diversificadas, embora neste ano não utilizei o blog e o programa de leitura como gostaria, mas fiz com que vocês escrevessem sobre diversas coisas.

Um dos meus sonhos é transformar o mundo num lugar cada vez melhor e isso só é possível através da mudança de cada um, ajudar as pessoas através de terapias e de palestras e escrever algo que possa ajudar as pessoas que leem .

A sensação que sinto após 35 anos é de missão cumprida, de ter feito a minha parte de ter ensinado e aprendido com vocês.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Viva sua Essência para Adolescentes

Iniciei a semana falando para uma turma muito especial.
Os primeiros anos do ensino médio do IEESF assistiram a palestra Viva sua Essência para adolescentes.
É muito gratificante poder mostrar este trabalho para adolescente e constatar o quanto uma fala como esta pode contribuir para que eles façam escolhas cada vez mais positivas e façam a diferença onde vivem começando por cada um.









sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Leitura é atividade cultural preferida dos brasileiros, diz pesquisa


Agência Estado - 24/07/2018

Uma nova pesquisa divulgada nesta terça-feira (24/7), mostra que a leitura é a atividade cultural preferida de brasileiros em 12 capitais, seguida de ir ao cinema, shows de música, festas populares e feiras de artesanato. Bibliotecas e espetáculos de danças ficam à frente de visitas a museus e teatros, e concertos de música erudita são a atividade menos frequentada na área.

A pesquisa Cultura nas Capitais, da JLeiva Cultura e Esporte e do Datafolha, entrevistou 10 mil pessoas nas 12 capitais mais populosas do Brasil, entre elas São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte e Salvador.

68% dos entrevistados disseram ter lido ao menos uma obra literária no último ano – ao mesmo tempo, 15% não tiveram acesso a livro algum, evidenciando a desigualdade no acesso a produtos culturais. Quando o assunto é usar o tempo livre para ler livros, Salvador é capital onde mais pessoas fazem isso, de acordo com o novo levantamento: 72%.

O estudo aponta que 64% dos entrevistados afirmaram ter ido ao cinema nos últimos 12 meses. Entre os paulistanos, o número é 67%. A cidade mais cinéfila entre as pesquisadas é Porto Alegre, onde 70% da população diz ter frequentado um cinema.

Outro dado que chama a atenção é que 72% da população afirma frequentar apenas atividades gratuitas, ou mais gratuitas do que pagas. Em São Paulo, o número é de 75%.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Conselheira vê Lei de estímulo à leitura como melhoria na Educação

InfoNet - 24/07/2018



O Estado e os municípios sergipanos devem observar as diretrizes previstas pela nova Lei nº 13.696, de 12 de julho de 2018, na qual o Governo Federal institui a “Política Nacional de Leitura e Escrita como estratégia permanente para promover o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público no Brasil”.

A observação é da conselheira Susana Azevedo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), que vê a adoção dos dispositivos que integram a Lei como uma forma de melhorar o desempenho da Educação sergipana.

“É evidente que o acesso à internet e às redes sociais vêm distanciando as crianças e os jovens do contato com os livros, com a leitura e a escrita. Por outro lado, entendo que as redes de ensino não têm enfrentado a questão de maneira eficiente, resultando no visível fracasso educacional, como vêm demonstrando os resultados do Ideb nos últimos anos”, ressaltou a conselheira Susana Azevedo, no Pleno da última quinta-feira, 19.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Lei 13.696 - PNLE

Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE)

Certamente ninguém tomou conhecimento da notícia veiculada, nesta semana, em um site no pequeno estado de Sergipe. Mas o Blog foi lá, pescou a informação, deu a ela o lugar de destaque entre as notícias desta edição da revista e a luz a que faz jus por mérito próprio. É que uma conselheira do Tribunal de Contas do Estado, atenta ao noticiário, anteviu, acertadamente, na aprovação da lei que institui a Politica Nacional da Leitura e Escrita uma oportunidade de ouro, rara, para fazer alavancar a Educação em seu estado. Agora, promete ficar no pé das autoridades do Estado e prefeituras para que cada qual faça a sua parte, e se adeque ao que diz o PNLE. 


LEI Nº 13.696, DE 12 DE JULHO DE 2018.

Bom, né?!

Boas leituras!

Um abraço do Galeno


Fonte: Blog do Galeno

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Startup cria livros que se conectam ao celular e fazem leitor conversar com os personagens


Rafael Lamarques, Daniela Morais e Rafael Eiki fundadores da Vivros (Foto: Pedro Chinen/ Divulgação )

Amanda Oliveira revistapegn.globo.com 08/06/2018

Tornar os livros mais vivos. Essa foi a ideia dos amigos Rafael Eiki, Daniela Morais e Rafael Lamarques quando decidiram tirar a Vivros do papel. Fundada em 2018, a startup produz livros físicos com um “toque” de interatividade. Com um celular em mãos, as crianças podem explorar as histórias e até mesmo conversar com os personagens.

Estudantes do curso de ciência da computação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os fundadores buscavam criar obras que instigassem a criatividade dos leitores. “Nós queríamos estimular a leitura de livros físicos usando a tecnologia, diz Eiki. A startup foi uma das finalistas da Imagine Cup Americana Latina 2018.

Mas afinal, o que é um "vivro"?
O conceito foi formulado pelos empreendedores e tem como princípio apresentar as histórias de uma forma diferente. Apesar de ser um livro físico, o "vivro", como o produto foi batizado, contém um QR Code que interage com os smartphones (atualmente, disponível apenas para Android). Para ter acesso a essa função, as crianças precisam baixar o aplicativo da startup.

Dentro das páginas dos vivros é possível interagir com os personagens por meio dos chatbots e também jogar pequenos minigames, relacionados ao conteúdo das narrativas. “Dependendo da interação da criança, cada história possui um final diferente”, explica o empreendedor.

As histórias
Clara perdeu seu anel e precisa encontrá-lo. Esse é um dos enredos de um dos vivros da startup, chamado “O Anel e as Coisas” (veja o vídeo). A partir da sua busca pela cidade, a personagem pode conversar com itens da história como chinelos e árvores para obter algumas dicas e encontrar o seu anel. Os objetos também podem ser vistos por meio da realidade aumentada.

"O Buraco" também é um dos livros interativos da empresa. A narrativa une uma lontra e um peixe em busca de descobrir por que a floresta está cheia de buracos. “Lendo essa história, as crianças vão aprendendo alguns conceitos de biologia marinha, por exemplo", diz o estudante.

Segundo Eiki, as interações não se restringem ao mundo virtual. Os vivros também têm imagens tridimensionais – ou seja, figuras que saltam das páginas. A obra se torna, assim, uma espécie de brinquedo em que é possível até mesmo fazer dobraduras.

O produto ainda não está sendo comercializado, mas a proposta é que os livros custem de R$ 40 a R$ 60. O público-alvo da startup são leitores de sete a 10 anos.


Fonte: Revista PEGN

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Phases no IEESF

Entrega do livro Phases para a Biblioteca do IEESF

A diretora Roseli Denardi Martins juntamente com a vice-diretora Maira Chimelo Aguiar e colegas da Área das Linguagens receberam da professora e coautora Denise Miletto um exemplar do livro Phases Volume 1 para fazer parte do acervo da Biblioteca do Instituto Estadual de Educação Salgado Filho. A entrega foi realizada durante a reunião de entrega de boletins no dia 19 de julho de 2018.
Meu desejo é que este exemplar seja lido por muitos.



quarta-feira, 25 de julho de 2018

Governo estuda tablets em vez de livros

A Região Autônoma da Ilha da Madeira, em Portugal, avalia trocar os livros por tablets em breve, seguindo uma tendência do que já acontece em países europeus como a Finlândia.


Talvez num futuro próximo os livros possam ser substituídos por tablets:“Vamos ver, mas por que não? Acho que é de pensar porque, se outros fazem e é bom, porventura adaptando à Região, pode ser uma boa resposta. É uma questão que vamos considerar e, se entendermos que pode ser útil, porque não?”. Foi desta forma que o diretor regional Educação mostrou estar disponível para estudar a substituição dos manuais pela introdução de meios tecnológicos, nomeadamente tablets, de resto como já acontece nalguns países do Norte da Europa, designadamente na Finlândia, país que tem sido um exemplo no sistema de educação mundial e uma forma de respeitar as recomendações aprovadas pela Assembleia da República e pela Assembleia Legislativa, sobre o peso das mochilas que os alunos transportam.

O governante falava esta tarde à margem do Encontro Regional da 4ª Edição do Apps for Good, que decorreu na Ribeira Brava e onde três equipas de jovens entre os 10 e os 18 anos participaram e demonstraram o trabalho desenvolvido ao longo do ano lectivo, aproveitando para apresentar as suas ideias (Apps) que solucionam problemas reais.

Marco Gomes diz ser intenção da tutela que “as utilizem as ferramentas de programas tecnológico, de uma forma generalizada, uma ferramenta que desenvolvam os seus projetos (...) por aquilo que temos visto, achamos que vai ter muita aceitação e que possa resultar respostas ao dia-a-dia”.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

SALTO PARA O FUTURO - Recursos educacionais abertos


Entrevista da Priscila Gonsales e do Tel Amiel para a TV Escola!





Duração: 00:45:48
Série: SALTO PARA O FUTURO
Etapa de ensino: Geral


Sinopse

De acordo com a Unesco, “Recursos Educacionais Abertos são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso potencial dos recursos publicados digitalmente. Recursos Educacionais Abertos podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.” Desde 2012, a Unesco recomenda para governos de todo o mundo a adoção dos chamados REA, os recursos educacionais abertos, para que haja a ampliação do acesso à educação de qualidade. Ao adotar essa prática, os governos estariam promovendo o que prevê o Objetivo número 4 da agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Neste programa, os convidados falam sobre como são construídos os recursos educacionais abertos, de que forma professores e alunos podem ter acesso e ainda sobre questões jurídicas que envolvem a utilização de materiais disponíveis na internet.

Outras informações

Ano de produção: 2018
Público-alvo: Público em geral

Área temática: Escola-Educação

País de origem: Brasil

Áudio original: original

Produção: Roquette Pinto

Realização: TV Escola

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Equipe Produtores

A esta equipe foi solicitado produzir um vídeo, entrevista, painel, reportagem sobre a escola ou com a direção da escola enfatizando os 66 anos deste estabelecimento de ensino.

Guilherme Pilar, Vitórias e Pedro, 201



Veja nos links o resultado de alguns grupos:


Vídeo Turma 201
Andrieli, Hylari e Maristeli


Vídeo Turma 203
Ariane, Chaele Juliana


Vídeo Turma 204
Andreina, Tailize, Camila e Natieli

A equipe dos produtores da turma 202 realizou uma entrevista com a diretora do IEESF professora Roseli Denardi Martins. (Larissa, Milene, Amanda, Laraine, Ariane e Érica)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Reencontro

Como é bom saber que seus alunos sentem saudades de você e das suas aulas.
Reencontrar a Isadora Soilo no "Arraiá do Salgado" me deixou feliz e mais feliz ainda com seus comentários sobre como sente falta da leitura e do quanto esta ficou marcada em sua vida.
Gratidão Isadora pelas palavras e por ter feito parte da minha trajetória.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Entrevista com a vice-diretora do IEESF - Equipe Jornalistas



















Entrevista com a direção do Instituto Estadual de Educação Salgado Filho, onde as alunas da turma 201 fizeram perguntas a vice-diretora: Maira Chimelo Aguiar sobre a escola, devido ao aniversário de 66 anos da mesma.

Alunas: Como é dirigir uma escola?
Professora Maira: Eu dirijo o turno da manhã, a diretora geral é a professora Roseli Denardi Martins e é uma responsabilidade muito grande, porque no turno da manhã são quase 400 alunos. Acho
bastante gente, que vem de vários lugares, cada um com a sua realidade, onde saem de suas
casas e é preciso conciliar com a vontade de estudar.

Alunas: Aproximadamente, há quantos alunos na escola?
Professora Maira: Aproximadamente a escola está com 1.100 alunos distribuídos em três turnos nos
dois blocos.

Alunas: Como é a participação das famílias na escola?
Professora Maira:" A participação na escola ainda é média, por exemplo: quando
chamamos os pais de uma determinada turma, comparecem aproximadamente de 30% a 40%
dos pais (dependendo da turma).

Alunas: Qual a maior dificuldade da escola no momento?
Professora Maira:  Uma maior dificuldade a escola não tem. Mas tem pequenas
dificuldades, como por exemplo: a conquista do refeitório, a falta de recursos, evasão escolar e
falta de interesse dos alunos, da família e dos governantes.

Com a entrevista podemos ver a importância da família, dos alunos e dos
professores para o funcionamento da escola, porque hoje sem termos estudo não garantiremos um futuro melhor, onde podemos tirar ensinamentos para a vida toda e através da conversa com a vice-diretora pudemos perceber o quão é difícil administrar uma escola com vários alunos e poucos recursos.

E nós alunos do IEE Salgado Filho nos orgulhamos de nossa escola e desejamos um Feliz Aniversário e que ela nos proporcione muitas conquistas e ensinamentos.

Andressa Parise, Sátila Sacardi, Vanessa Lima, Vanice Ben, 201

quarta-feira, 11 de julho de 2018

66 Anos IEESF




IEESF 66 Anos
Onde nos formamos
Onde convivemos...
Para vida que queremos
Estamos preparados.

Num mundo de escolhas!
Que mantém, nossos conhecimentos!
Apesar das dificuldades
Sempre está aqui para todos.

Há 66 anos vem nos preparando.
Parabéns!
Hoje todos nós estamos comemorando!
E obrigado pela qualidade de ensino.

Igor Riffel e Bianca Pedroso, 206

A imagem pode conter: árvore e atividades ao ar livre
Instituto Estadual de Educação Salgado Filho - 66 Anos
Professora Marinei Pasini entrevistada pelos alunos da 204 

Escola Assisense situada na rua 13 de Janeiro, número 990, fundada em 11 de julho de 1952 pela sociedade cultural de São Francisco de Assis.

Seu primeiro nome denominado foi Ginásio Salgado Filho, sendo administrado pelo município e iniciou suas atividades em março de 1954.

Hoje com cerca de 1100 alunos matriculados, teve um grande desenvolvimento físico e na parte pedagógica, para melhor é claro.

Modalidades de ensino contempladas pela escola: Ensino Fundamental anos inicias e finais, Ensino Médio, EJA e APEE.

Sua coordenação Pedagógica funciona da seguinte forma:

Turno manhã: coordenado por Marinei Pasini de Vargas do Ensino Médio
Turno tarde: coordenado por Izabel Vielmo do Ensino Fundamental
Turno noite: coordenado por Marinei Pasini de Vargas do Ensino Médio
Coordenadora da EJA (Educação de Jovens e Adultos) – Aline Müller

Fazer parte dessa equipe é um privilégio, com colegas comprometidos e sérios, porque foi nessa escola que sempre estudei desde a minha infância, até quando saí em 1989 onde realizei o Curso Normal. Nesta escola a minha mãe trabalhou durante 30 anos e o meu filho também estudou desde a infância.

Sinto-me feliz por fazer parte desta equipe e de ver que cada vez mais que a escola está progredindo e crescendo, com profissionais sérios e unidos para que nossa escola sempre esteja em ascensão.

Camila Dornelles, Raquel, Gustavo, Henrique e Eleandro, 204


A professora entrevistada pelos alunos foi a vice-diretora Maira Chimelo Aguiar

Nossa escola foi fundada no ano 1952 no dia 11 de julho com a denominação de Ginásio Salgado Filho pela sociedade cultural de São Francisco de Assis. O primeiro diretor foi o senhor Fábio Telles Tourem.

Hoje a denominação da escola é Instituto Estadual de Educação Salgado Filho com o total de 1092 alunos, tendo 84 professores, 24 funcionários e 49 turmas divididas em dois blocos A e B.
Henrique Corrêa, Eduardo Bahu e Welligton Silva, 206