Leia sempre, a leitura transforma.

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Cultura da Paz - Práticas Circulares

Realizamos no dia 20/7/17 durante a Jornada Pedagógica no IEE Salgado Filho a vivência - Cultura de Paz e Práticas Circulares com Raquel Bernardi Kurtz.

Agradecemos o trabalho realizado e o convite da escola.

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Bibliotecários podem atuar como biblioterapeutas e viver de 'receitar' livros


























Biblioo | Carta Capital - 05/06/2017



Já imaginou tornar uma das coisas que você mais gosta de fazer na vida – que é ler, indicar e falar sobre livros com outras pessoas – no seu principal ganha-pão ou, ao menos, numa importante fonte de renda? Ou, então, como forma de aprimorar seu trabalho atual e, assim, além seguir formando leitores, ainda ajudar outras pessoas a enfrentarem problemas pessoais e mesmo doenças da vida moderna?!

Pois a biblioterapia – ciência criada na primeira metade do século passado e largamente utilizada nos Estados Unidos e em países da Europa – ganha cada vez mais adeptos no Brasil. Em fins de maio, nada menos do que 259 pessoas – principalmente bibliotecários, mas também psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, assistentes sociais, professores, livreiros e estudantes de Letras – deram um tempo em suas vidas para participar da Jornada da Biblioterapia, realizado totalmente online, para tentar compreender um pouco melhor o assunto e, quem sabe, ter ali novas possibilidades profissionais.

“Eu simplesmente adorei”, afirma a bibliotecária paulista Maria Cristina Ferreira, de São Bernardo do Campo, no ABC, que saiu convencida que os profissionais da área podem sim abrir para si novas oportunidades de trabalho. “A Biblioterapia pode, realmente, ajudar muito as pessoas, seja quando praticada em grupos ou em sessões individuais”, garante a bibliotecária catarinense Eva Seitz, de Florianópolis, que há duas décadas pratica Biblioterapia com doentes de um hospital público de Santa Catarina e até já defendeu tese de Mestrado com uma pesquisa sobre a experiência.

No evento transmitido pela internet – que teve a participação da biblioterapeuta inglesa Ella Berthoud, uma das autores do livro Farmácia Literária (lançado no Brasil pela editora Verus) e da biblioterapeuta francesa radicada em Portugal Sandra Barão Nobre -, discutiu-se muito sobre a Biblioterapia Clássica e a Clínica.

Essa primeira parte da Jornada, organizada pela Fundação Observatório do Livro e da Leitura, é gratuita e ficará no ar, para livre acesso, até quinta-feira (08/06), às 19h. Pode ser acessada pelo site www.biblioterapia.org.br. Nesse mesmo dia, às 20h, terá início uma segunda etapa, aí sim um curso pago para quem quiser se aprofundar mais no assunto e se preparar para passar a atuar profissionalmente.

Além da Biblioterapia Clinica – com atendimento em consultório e que também pode ser aplicada em parceria com profissionais da área da Saúde – o biblioterapeuta pode atuar, profissionalmente, em hospitais, igrejas, escolas, presídios, empresas, instituições e, naturalmente, bibliotecas, sejam elas públicas, comunitárias, escolares, universitárias, de repartições ou de empresas.


“Esta é uma possibilidade concreta de transformar a vida pessoal e profissional, passando a fazer uma das coisas que mais gosta na vida, que é ler e falar sobre livros, e, ainda por cima, ser remunerado por isso”, diz o presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura, Galeno Amorim. Ex-presidente da Biblioteca Nacional, o próprio Galeno fez Biblioterapia, como paciente, na década de 1990, quando ele e um grupo de profissionais liberais – médicos, jornalistas, publicitários, enfermeiros e até um promotor público – faziam terapia em grupo a partir da leitura de livros.

Depois disso, ele criaria e desenvolveria vários projetos de Biblioterapia com jovens e adolescentes em situação de risco e com idosos. Atualmente, mantém um projeto com 20 grupos de presos para quem “receita” livros de literatura e duas sessões em grupo por mês. “Funciona, mesmo”, garante o ex-presidiário e estudante de Direito da Universidade de Ribeirão Preto, Carlos Andrade, condenado por assalto à mão armada e tráfico, que chegava a ler, no cárcere, a cada mês, 24 novos livros. “Eu sou prova viva disso, mas não sou só eu…”

PARA ASSISTIR À AULA GRATUITA, clique aqui.


Fonte: Blog do Galeno

segunda-feira, 17 de julho de 2017

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Gincana de 65 anos do IEESF

Parabéns às equipes participantes da Gincana em comemoração aos 65 anos do IEE Salgado Filho.
A integração dos estudantes é muito importante, os desafios que eles encaram, as tarefas...
Registro das equipes dos 200s e 300s do ensino médio.
Parabéns a todos pela participação!

Valeuuuuu!



Equipe 301


Mascote 201


Equipe 302


Mascote 203


Mascote 202 

Mascote 204




















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1° Lugar na gincana do IEE Salgado Filho, turma: 304

Parabéns!




segunda-feira, 10 de julho de 2017

Crianças aprendem mais com eBook do que com livro de papel



Ana Carolina Leonardi - Superinteressante - 28/06/2017















Estudo feito nos EUA revela que os livros eletrônicos atraem mais a atenção dos pequenos. Mas, a longo prazo, isso também pode ter um efeito ruim.

Encontre uma criança em um restaurante e você provavelmente verá um tablet pertinho dela. Bebês e telas têm uma curiosa e fofíssima relação. Mas será que é possível tirar proveito dela?

Um grupo de pesquisadores dos EUA e do Canadá acha que sim. Eles estavam estudando os benefícios que surgem quando pais leem para os seus filhos. A prática é importante para ajudar as crianças a ampliar seu vocabulário, a introduzi-las à leitura desde pequenas e estimular seu desenvolvimento com relação à linguagem. Os cientistas queriam entender se faz diferença ler um livro impresso ou um e-book para uma criança.

Eles filmaram um grupo de 102 crianças, todas com 2 anos ou menos, enquanto elas liam com seus pais. Os pequenos receberam dois livros de 10 páginas: um sobre bichos da fazenda e outro sobre animais selvagens. Cada livro tinha uma versão impressa e uma eletrônica.

Os pais liam em voz alta e descreviam as figuras nos livros de papel, mas os e-books vinham com música de fundo e uma narração automática (eram livros digitais relativamente simples, sem animações nem elementos clicáveis). Depois de analisar todos os vídeos, os pesquisadores chegaram à três conclusões.

1. Ler um e-book muda o comportamento tanto dos pais quanto das crianças

Com os livros de papel, os pais assumiam uma postura mais ativa, apontando elementos e interagindo mais com as páginas. Já com as crianças, era o contrário: elas ficavam mais animadas com os livros eletrônicos, fazendo mais comentários durante a leitura, colocando os dedos na tela e até virando as páginas sozinhas.

2. Crianças bem pequenas se divertem mais com os e-books

Como o primeiro item indica, as crianças demonstraram mais interesse, engajamento e diversão com os livros virtuais.

3. Elas também aprenderam mais

Antes do experimento, os pais foram instruídos a checar quantos bichos da história as crianças reconheciam e eram capazes de nomear. Depois de terminar a leitura dos livros, os pais refizeram o teste. As crianças que haviam lido e-books tiveram um desempenho melhor, ou seja, aprenderam os nomes de mais bichos.

O porém

A pesquisa foi uma das poucas a investigar a leitura para crianças tão pequenas. E sua conclusão confirma algo que outros estudos detectaram em crianças maiores, a partir de três anos. O e-book exige menos esforço mental do que o livro físico – e isso, a longo prazo, pode deixar as crianças mal acostumadas. Os sons e as músicas de fundo dos e-books, que aumentam o engajamento das crianças bem novinhas, acabam distraindo as crianças mais velhas do conteúdo em si e, no longo prazo, dificultam seu aprendizado.

A conclusão, por enquanto, é de que faltam mais estudos sobre o assunto – e que a forma como o e-book é apresentado (com efeitos e chamarizes) é mais importante do que a plataforma em si. Se o livro eletrônico prende a atenção e destaca o conteúdo, ele é útil. Se só distrai a criança, não.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Arraiá do Salgado Filho

Muita animação
Tenda de doces, salgados, pescaria
Casamento caipira não faltou
O coral apresentou-se
Muita moça e moço bonitos
E as mais belas estudantes
Desfilaram na passarela
Encerrando a festança

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Parabéns a todos que abrilhantaram mais este evento do IEESF!