Leia sempre, a leitura transforma.

Leia sempre, a leitura transforma.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Camila Jornada - Destino e Crônicas


Esta semana recebi regalo poético da escritora Camila Jornada, querida aluna de outrora. 

E ainda comentários e bilhetinhos:
"Merece as mais lindas poesias da vida! Super abraço, Mila!"


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e sapatos

Gratidão Camila e muita poesia em sua vida!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

2ª Edição 200 NEWS


A segunda edição do 200 News chegou
A logo ainda á definida trabalho par a última edição.





segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Vídeo com licença aberta

Tutorial sobre como postar vídeo, no YouTube, com licença aberta Creative Commons. Produção Grupo de Pesquisa GEPETER/UFSM.


Autora: Bibiana Veleda


Fonte: REA - Ensino Médio - Materiais Didáticos Abertos

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

ENEM - Descubra quais podem ser os temas de redação do Enem 2017

Para muita gente, a redação parece ser a prova mais simples do Enem. Afinal, basta escrever um texto sobre o assunto pedido, expor sua opinião e pronto, certo? Errado.

Essa visão que muitos candidatos têm da redação do Enem é uma armadilha. Se você não der a devida atenção a ela, o resultado poderá ser uma nota abaixo do desejado, comprometendo o desempenho geral.

A verdade é que só vai conseguir fazer uma boa redação quem tiver bastante conhecimento a respeito do tema pedido. Não dá nem para enrolar o texto com palavras difíceis - os avaliadores são treinados para identificar esse tipo de manobra.

Resta, portanto, investir em estudar os assuntos que podem ser abordados, praticar o formato e fazer bonito no dia da prova.

Para isso é bom conhecer com antecedência alguns dos temas mais quentes da atualidade e se preparar melhor para a prova. Veja as apostas que trouxemos para você a seguir.
Temas de redação do Enem 2017

Veja abaixo alguns temas que podem cair no Enem 2017 e que você precisa manter no radar.

A Terceira Guerra Mundial


A Coreia do Norte e os Estados Unidos estão revivendo o fantasma da Guerra Fria. Os conflitos entre Donald Trump e Kim Jong-un ameaçam deflagrar uma guerra nuclear que poderá ter consequências terríveis para humanidade e para o planeta.

Analise as origens, a conjuntura internacional, o que há de mais atual no tema e o que dizem os especialistas em política a respeito disso.

Direitos e respeito para todo mundo

No mundo inteiro, grupos que sempre sofreram preconceito da sociedade, como homossexuais, negros, pessoas gordas, pobres, periféricas, estão numa luta ferrenha pela igualdade de direitos e, principalmente, respeito.

Observe como está o cenário nacional e internacional em relação a isso, as políticas públicas do Brasil atualmente e os movimentos contrários.

Empoderamento

Ainda no tema direitos e respeito, vale a pena dar uma estudada no assunto "empoderamento", especialmente em como a publicidade trata de pessoas que, historicamente, sempre ficaram à margem da representação.

Hoje há diversas empresas tentando rever isso: é um golpe de marketing ou uma preocupação real com a diversidade? Estude quais são as principais reivindicações por empoderamento, casos de sucesso e as consequências para a sociedade do futuro.

O movimento anti-vacina

A crença de que as vacinas podem trazer problemas para as crianças - inclusive provocar o autismo - vem fazendo com quem muitos pais deixem de proteger seus filhos. O resultado tem sido o aparecimento de doenças que há anos estavam controladas ou erradicadas.

O que diz a ciência sobre isso? Qual a alegação das pessoas que são contra as vacinas? Há dados que comprovem esse posicionamento?

O pensamento conservador e o avanço da censura no Brasil


Nos últimos anos temos presenciados o avanço de uma pesada onda conservadora no Brasil, inclusive com episódios que se assemelham à prática da censura.

Procure entender por que esse sentimento tem se disseminado com tanta rapidez no Brasil e no mundo - e quais são os interesses políticos e econômicos por trás disso.

Futuro da democracia

O sistema político no Brasil tem mostrado pouco respeito à democracia. É cada vez mais comum a gente ver os três poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) se articulando para favorecer este ou aquele grupo político ou econômico - o que põe em risco todo o futuro do país.

Quais são os impactos disso? Por que a voz da população não é ouvida? Por que ainda somos o "país da impunidade"?

Arte x Pichação
Aqui há reflexões bem polêmicas: grafites e pichações podem ser considerados arte de rua? Como o poder público pode tratar desse assunto sem ferir a identidade da cidade?

Ocupar as cidades

Esse tema também trata da relação entre cidade e pessoas. Mas nesse caso lida com a crescente demanda por ocupação dos espaços públicos, principalmente nas grandes cidades brasileiras.

Qual o motivo para esse novo despertar? Será que as pessoas estão cansadas de ficar em espaços fechados? Quais são os exemplos locais e internacionais que podemos oferecer? Você saberia citar algum caso de cidade que se reinventou? A ocupação dos espaços públicos pela população em geral diminui a violência?

O fracasso do combate às drogas


Por que as políticas de repressão às drogas há anos têm se mostrado ineficazes?

Nem o aumento das penas, a violência contra os usuários e traficantes, a internação compulsória de dependentes, a prisão, nada disso tem dado resultados positivos.

Qual o motivo disso? Que alternativa seria menos prejudicial à população? A liberação é uma saída? Aqui é bom observar bem os dois lados da questão e deixar de lado opiniões pessoais ou religiosas.

Envelhecimento da população

Não vai demorar muito até o Brasil ter mais adultos e idosos do que jovens. Isso gera um cenário totalmente novo para o nosso futuro.

Você saberia dizer que cenário esse? Qual o impacto disso na previdência social, nos serviços que precisarão ser oferecidos, na configuração das cidades, no potencial produtivo? Que soluções têm adotado os países da Europa que já sofrem com esse problema há algum tempo? Como buscar um equilíbrio?

As grandes reformas políticas recentes no Brasil

Depois do impeachment de Dilma Rousseff, o Brasil tomou um outro rumo. Foram postas em prática três grandes reformas - a trabalhista, a previdenciária e a do ensino médio - que vão ter um impacto forte no país nos próximos anos.

Especialistas dizem que elas tiram direitos da população e aumentam o poder dos grandes grupos empresariais. Será? O Brasil realmente precisa delas? O que muda daqui para a frente?

Refugiados no Brasil

O Brasil vem recebendo refugiados políticos e de guerra de diversos países da América, da África e do Oriente Médio. Isso tem, aos poucos, mudado a cara das nossas cidades.

Além de entender os motivos pelos quais essas pessoas estão vindo para cá (guerras, perseguições políticas, etc.), é preciso saber como estamos reagindo a elas: xenofobia, acolhimento, integração cultural, estilo de vida, etc.

Dicas de como fazer uma redação nota mil no Enem 2017


A primeira e mais importante dica para fazer uma redação nota mil é saber o que estudar. Para isso é preciso ficar de antena ligada no que acontece de mais importante no Brasil e no mundo.

É fundamental analisar pontos de vista diversos, pesquisar fontes confiáveis (cuidados com os sites sem credibilidade, eles estão se espalhando por todo lado, principalmente via redes sociais), ouvir a opinião de especialistas e pesquisar o histórico do tema.

Assuntos pontuais e muito recentes, que acontecem pouco antes das datas das provas, não têm chances de cair diretamente na redação. Isso porque os cadernos de prova do Enem são impressos com meses de antecedência.

Fique de olho no formato dissertativo-argumentativo pedido no edital. Treine bastante, especialmente com base em redações nota mil de edições anteriores.

Não se esqueça de contabilizar o tempo. Você precisa fazer tudo em uma hora - e isso inclui passar o texto a limpo. Lembre-se de que no dia da redação você também terá que fazer prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e de Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ambas exigem muita leitura e atenção, consumindo bastante tempo. Portanto, cada minuto conta.

Fonte: Terra

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

A Literatura nos Games

POR: PAULA SOUZA


O constante crescimento do interesse de crianças, jovens e adultos por games fez com que as grandes produtoras recorressem à mais antiga forma de diversão: a literatura. E quando digo que é uma antiga forma de diversão, não estou apenas me referindo a livros, em papel. Pode-se dizer que vai desde uma história contada antes de dormir, até os encontros literários de professores e mestres em Literatura. Aliás, pode-se dizer que isso vem desde a época dos grandes filósofos, como Aristóteles, Sócrates, Platão e muitos outros.

Partindo do pressuposto que os games podem ser vistos como elementos culturais que auxiliam no desenvolvimento cognitivo, social e afetivo, o número de jogos interativos que surgem tem aumentado e muito. Como em um romance, os jogos precisam de um enredo e, cada vez mais, as grandes produtoras estão à procura de roteiristas para novos jogos.

Quando falamos em literatura, é normal as pessoas torcerem o nariz e acharem “chato”, né? Pois bem! Jogos envolventes tem sido criados, baseados em elementos da literatura.

Por exemplo, o jogo Device 6, que mistura referências de Franz Kafka e Lewis Caroll, usando os textos de maneira criativa, com frases se movendo na tela. Um outro exemplo, e esse eu experimentei, é o jogo Child of Light, que mistura a história de A Bela Adormecida, com personagens de literatura medieval, como ogros e figuras místicas. Sem falar que o jogo é todo elaborado em pequenos poema; isso, sem comentar do cenário que é fantástico: castelos, florestas, plantas com poderes curativos, entre outros. Imagina eu, que gosto de literatura, como não viajei… rsrsrs

Outros jogos como Dantes Inferno e God of War trazem elementos literários. Dantes Inferno, como o nome sugere, baseia-se na descrição do Inferno de Dante, na obra A Divina Comédia, de Dante Allighieri. Em God of War temos o guerreiro grego Kratos, que trabalha para os deuses do Olimpo e é traído pelo deus da guerra, Áries. Mas, uma obra que me chamou a atenção, é Assassin´s Creed, que virou obra literária após o lançamento do jogo. Ai, fica a grande pergunta: por que vou ler uma coisa que já joguei? Pois bem! As obras escritas trazem detalhes da vida dos personagens que, ou não foram contados, ou foram contados superficialmente. Além disso, há mais alma nos personagens e na trama, fazendo com que apareça uma certa tensão. Para quem não conhece o jogo e nem os livros, trata-se de uma irmandade (traduzido ao pé da letra “Assassinos do Credo”), destinada a proteger a humanidade das mãos dos Templários, cujo objetivo é trazer ordem e disciplina a qualquer custo. Mais do que isso, a história traz reflexões sobre valores morais, escolhas e decisões, e seus pesos na vida real. O livro é fiel ao jogo? Não, não é. Talvez, em uma tentativa de prender o leitor que já jogou e talvez, uma outra tentativa de conquistar um público, em sua maioria jovem, o que torna a linguagem utilizada um pouco limitada. Acho importante também destacar que, como disse a escritora Flávia Gasi, doutora pela Pontificia Universidade Católica de São Paulo, os jogos não precisam se ater às suas fontes de inspiração. É comum os jogadores pesquisarem sobre os títulos, por exemplo, e mergulharem em mundos como a Mitologia Grega, ou a Era Medieval, Período Renascentista ou até mesmo à Era Moderna. No caso de Assassin´s Creed, a situação inversa.
Bem, depois disso tudo, ainda acha que Literatura é chato?

Se você gostou deste post não deixe de registrar sua participação através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog e o canal do YouTube, acompanhar nossas publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD, de sorteios, concursos e promoções!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O caminho: para o futuro da humanidade – Edgar Morin

“Pra mim, o problema da felicidade é subordinada àquilo que chamo de “O problema da poesia da vida” ou seja, a vida, a meu ver, é polarizada entre a prosa- ou seja, as coisas que fazemos por obrigação, que não nos interessam, para sobreviver e a poesia – o que nos faz florescer, o que nos faz amar, comunicar. E é isso que é importante. Então, eu digo que o verdadeiro problema não é a felicidade – é a questão que faço a mim -, porque a felicidade é algo que depende de uma multiplicidade de condições, e eu diria mesmo que o que causa a fragilidade é frágil, porque, por exemplo, no amor de uma pessoa, se essa pessoa morre ou vai embora, cai-se da felicidade à infelicidade. Em outras palavras, não se pode sonhar com uma felicidade contínua para a humanidade. É impossível porque a felicidade, repito, depende de uma soma de condições. Então, pelo outro lado, o que se pode dizer, pode se tentar favorecer tudo o que permita a cada um viver poeticamente sua vida e, se você vive poeticamente você encontra momentos de felicidades, momentos de êxtase, momento de alegria e, na minha opinião, é isso.”
– Edgar Morin, “Edgar Morin – O caminho: para o futuro da humanidade”. Fronteiras do Pensamento. 2011.


Edgar Morin – O caminho: para o futuro da humanidade


Edgar Morin, sociólogo francês, discute o que chama de “crise geral da humanidade” em sua conferência ao Fronteiras do Pensamento 2011. Segundo Morin, a base para compreender a série de crises que estamos vivendo é a ambiguidade da globalização: por um lado, se os problemas contemporâneos agora são globais, por outro, as nações nunca antes foram tão interligadas em uma mesma “comunidade de destino”.

De acordo com o sociólogo, para encontrar respostas aos problemas atuais, é preciso abraçar o que ele considera o maior desafio atual: globalizar e desglobalizar ao mesmo tempo.

Para estimular a possibilidade de coexistência destas facetas aparentemente opostas, Edgar Morin passa por inúmeros campos da vida contemporânea, analisando problemas e oportunidades e conclui: diante de tantas incertezas, devem surgir novas apostas e estratégias que reconheçam os erros do caminho e que tentem abordagens inovadoras em direção a um mundo não perfeito, mas melhor.



Fronteiras do Pensamento | Produção Telos Cultural | Conferência Edgar Morin | Edição Alexandre Fernandez | Finalização Marcelo Allgayer | Tradução Francesco Settineri e Marina Waquil

Fonte: Fronteiras do Pensamento