Leia sempre, a leitura transforma.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Software desenvolvido em Coimbra avalia o desempenho de leitura das crianças

Echo Boomer 06/06/2018


Aprender e aperfeiçoar o “bê-á-bá” da leitura dos alunos do ensino básico conta, agora, com uma ajuda adicional. O software Toca-a-Ler – desenvolvido pelo Instituto de Telecomunicações (IT), polo de Coimbra – assume-se como uma tecnologia que avalia a capacidade de leitura dos alunos do primeiro ciclo do ensino básico, potenciando a melhoria contínua no desempenho da tarefa.

A ferramenta, desenvolvida em parceria com a Microsoft e com a Universidade de Coimbra, funciona através de um sistema de reconhecimento de fala, previamente treinado com crianças e adaptado para a classificação da pronúncia, considerando as metas curriculares da disciplina de Português como, por exemplo, a avaliação do número de palavras corretamente pronunciadas por minuto.

De forma a obter uma referência de cálculo para o desempenho de leitura, a equipa de investigação, coordenada por Fernando Perdigão – docente da Universidade de Coimbra e investigador do IT –, recolheu centenas de horas de gravações de crianças a ler frases e pseudopalavras, de forma idêntica à pretendida pelo sistema de avaliação e, reuniu, ainda, a avaliação de mais de 100 professores do ensino básico.

Desta forma, o software avalia a capacidade de leitura, identificando as disfluências e o tempo de leitura dos alunos, possibilitando, assim, a avaliação objetiva do desempenho da tarefa. O sistema insere-se no projeto de investigação “LetsRead”, em desenvolvimento desde 2016, e está disponível online.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Startup cria livros que se conectam ao celular e fazem leitor conversar com os personagens

Amanda Oliveira revistapegn.globo.com 08/06/2018



Tornar os livros mais vivos. Essa foi a ideia dos amigos Rafael Eiki, Daniela Morais e Rafael Lamarques quando decidiram tirar a Vivros do papel. Fundada em 2018, a startup produz livros físicos com um “toque” de interatividade. Com um celular em mãos, as crianças podem explorar as histórias e até mesmo conversar com os personagens.

Estudantes do curso de ciência da computação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os fundadores buscavam criar obras que instigassem a criatividade dos leitores. “Nós queríamos estimular a leitura de livros físicos usando a tecnologia, diz Eiki. A startup foi uma das finalistas da Imagine Cup Americana Latina 2018.

Mas afinal, o que é um "vivro"?
O conceito foi formulado pelos empreendedores e tem como princípio apresentar as histórias de uma forma diferente. Apesar de ser um livro físico, o "vivro", como o produto foi batizado, contém um QR Code que interage com os smartphones (atualmente, disponível apenas para Android). Para ter acesso a essa função, as crianças precisam baixar o aplicativo da startup.

Dentro das páginas dos vivros é possível interagir com os personagens por meio dos chatbots e também jogar pequenos minigames, relacionados ao conteúdo das narrativas. “Dependendo da interação da criança, cada história possui um final diferente”, explica o empreendedor.

As histórias
Clara perdeu seu anel e precisa encontrá-lo. Esse é um dos enredos de um dos vivros da startup, chamado “O Anel e as Coisas” (veja o vídeo). A partir da sua busca pela cidade, a personagem pode conversar com itens da história como chinelos e árvores para obter algumas dicas e encontrar o seu anel. Os objetos também podem ser vistos por meio da realidade aumentada.

"O Buraco" também é um dos livros interativos da empresa. A narrativa une uma lontra e um peixe em busca de descobrir por que a floresta está cheia de buracos. “Lendo essa história, as crianças vão aprendendo alguns conceitos de biologia marinha, por exemplo", diz o estudante.

Segundo Eiki, as interações não se restringem ao mundo virtual. Os vivros também têm imagens tridimensionais – ou seja, figuras que saltam das páginas. A obra se torna, assim, uma espécie de brinquedo em que é possível até mesmo fazer dobraduras.

O produto ainda não está sendo comercializado, mas a proposta é que os livros custem de R$ 40 a R$ 60. O público-alvo da startup são leitores de sete a 10 anos.


quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Literatura



A literatura antecipa sempre a vida. 
Não a copia, molda-a aos seus desígnios.


Fonte: Blog do Galeno

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Master Mind - Treinamento Phases

Neste final de semana participei juntamente com o grupo de coautores e convidados do lançamento da Empresa Phases Treinamentos em Salvador.
Na sequência foi ministrado o treinamento Master Mind - Parte 1 - Phases Awaker.
O espaço escolhido pela equipe de Tereza Ferreira foi o Gran Hotel Stella Maris Urban Resort & Conventions em Salvador.
De diversos estados do Brasil os participantes reuniram-se em dias intensos de muitos desafios, descobertas e aprendizagens no quesito de Inteligência Emocional e das habilidades de cada um.















quarta-feira, 6 de junho de 2018

O QUE SÃO RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS?


A partir dos avanços tecnológicos, diversas informações passaram a ser facilmente encontradas na internet. Dentro desse contexto surgiram os Recursos Educacionais Abertos (REA), que podem ser acessados e organizados gratuitamente na internet, normalmente por meio da licença creative commons.

Podem ser disponibilizados diversos tipos de materiais: livros, apostilas, relatórios, entre outros documentos.

“Esses recursos são materiais para ensinar, aprender e pesquisar que estão em domínio público e visam a fortalecer toda questão educacional”, explicou a coordenadora de educação da Unesco no Brasil, Rebeca Otero.

O Massachusetts Institute of Technology (MIT) foi pioneiro nessa iniciativa quando anunciou, em 2001, a liberação de materiais na internet de quase todos os seus cursos. No ano seguinte, a Unesco foi a responsável pela organização do primeiro fórum global de Recursos Educacionais Abertos (REA).
REA pode contribuir para um ensino público de qualidade


De acordo com Rebeca, a instituição acredita que todos devem ter acesso universal à educação de qualidade. Com isso, esses cidadãos serão capazes de garantir aspectos fundamentais para uma boa convivência em sociedade, como:
construção da paz
desenvolvimento social
economia sustentável
diálogo intercultural


“Esses materiais compartilhados por REA oferecem uma oportunidade estratégica da melhoria de qualidade educacional. Bem como facilitam o diálogo sobre as políticas públicas.”

O REA não fica limitado a publicações. O MIT, por exemplo, usou esses recursos abertos para liberar videoaulas de seus cursos. “Isso faz muito sentido porque é um pensamento mais moderno no sentido de construir essa sociedade da informação que queremos montar”, defendeu Rebeca.

A coordenadora de educação da Unesco enfatizou que qualquer um pode compartilhar materiais. Mas chamou atenção para as formas de organizar esses conteúdos. “A Unesco vem trabalhando, tanto no desenvolvimento de políticas quanto no desenvolvimento de professores, para a utilização desses recursos.”

Por fim, Rebeca defendeu a importância de proporcionar o direito ao acesso a uma educação pública de qualidade.


“Os cidadãos têm o direito de escolher uma instituição privada para eles ou seus filhos. Mas eles têm, antes, o direito de ter uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade. E os recursos educacionais abertos são elementos-chave nessa educação.”
Especialista indica referências sobre REA


Tel Amiel, coordenador da Cátedra Unesco na Unicamp em educação aberta, indicou alguns sites de referência para quem quer acessar materias de qualidade compartilhados por meio de REA.

O Mapa Global de REA reúne diversos dados sobre recursos educacionais abertos e indica sites de referência no assunto. Quando o assunto é livros, o Scielo Livros é uma boa opção para as buscas.

O novo portal MEC RED pretende estimular o compartilhamento de materiais de estudo. Na plataforma, é possível acessar tanto REA quanto recursos fechados. Em breve, o portal será aberto para contribuição de professores, onde todos os recursos compartilhados serão REA.

Outra promessa é o portal EduCapes, que atuará da mesma forma, mas com ênfase no ensino superior.

Fonte: InovEduc

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Anais do XI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público

Marcos Wachowic


ANAIS DO XI CODAIP - PUBLICADO e disponível para download no link: http://www.gedai.com.br/sites/default/files/publicacoes/anais_xi_codaip-2017-gedai.pdf
A publicação dos artigos nos Anais do XI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público (XI CODAIP) é considerada pelos critérios Qualis da CAPES como sendo de pontuação máxima, por ser qualificada como anais de evento internacional consolidado.

O XI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público (XI CODAIP), teve como temática central os “A revolução da internet e as novas fronteiras dos Direitos Autorais”, tendo sido realizado nos dias 6 e 7 de novembro de 2017, no grande auditório da UniCuritiba, propiciou o debate entre os diversos setores da academia, profissional e artístico e a sociedade interessada no debate sobre os desafios atuais do Direito de Autor em meio ao novo ambiente tecnológico da Sociedade da Informação.

O XI CODAIP, promovido pelo Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial – GEDAI / UFPR, alcançou o objetivo principal de realizar o intercâmbio de informações e a reflexão sobre os temas relacionados à propriedade intelectual.

Com uma abordagem interdisciplinar e enfocando os aspectos jurídicos, sociológicos, tecnológicos e econômicos, acreditamos que o Direito Autoral deve estimular a difusão do conhecimento e, nessa perspectiva, repensar os mecanismos jurídicos adequados para sua efetiva tutela é um desafio na Sociedade da Informação.

A 11ª edição do CODAIP é um espaço que reúne a academia e especialistas para uma discussão que envolve não apenas o Direito de Autor em sua dimensão privada, mas na dimensão do Interesse Público que envolve os bens intelectuais.

O evento teve sua dinâmica dedicada à discussão dos desafios atuais para os direitos autorais e culturais, tais como: o Marco Civil da Internet; liberdade de expressão e conteúdos livres; gestão coletiva de direitos autorais; o plágio literário, acadêmico e arquitetônico; as Novas Tecnologias da Informação e seus impactos na Cultura, Educação, Políticas Culturais, Inovação e Conhecimento.

Inseridos no contexto do eixo temático principal: A REVOLUÇÃO DA INTERNET E AS NOVAS FRONTEIRAS DOS DIREITOS AUTORAIS, foram abertas inscrições para a submissão de artigos científicos, os quais foram criteriosamente selecionados e foram apresentados nos workshops, divididos de acordo com os seguintes temas:

Eixo Temático I :
DIREITO AUTORAL E AS NOVAS. TECNOLOGIAS: Fronteiras entre o Direito Público e Privado na Sociedade da Informação.

Eixo Temático II :
DIREITO DE AUTOR E EXPRESSÕES ARTÍSTICAS: Direitos Culturais e a Regulamentação dos Direitos Autorais.

Eixo Temático III :
DIREITO DE AUTOR E OS PRIMADOS CONSTITUCIONAIS: Acesso à cultura e ao conhecimento.

Eixo Temático IV:
PROPRIEDADE INTELECTUAL: Desenvolvimento, Inovação e Mercado.