Leia sempre, a leitura transforma.

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Walmor Santos no IEESF

Recebemos na noite de 14 de agosto o escritor Walmor Santos nas dependências do Instituto Estadual de Educação Salgado Filho. Trabalhos dos estudantes decoravam todo o ambiente. As Estudantes Pauline Rivas e Seidel Silveira recitaram poesias do autor da obra Anjos caídos à mesa. 


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Parabéns Estudantes!

Aos queridos estudantes que fazem parte do meu dia a dia.
Aprendo sempre com vocês!

Resultado de imagem para dia do estudante

Com carinho
 Profª. Denise Miletto

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

'Na escola, seguimos escravos', diz professora que emocionou a Flip


Wellington Soares - Nova Escola - 03/08/2017

“Não sei o que me deu.” É assim que a professora aposentada Diva Guimarães explica a sua fala na Feira Literária Internacional de Paraty (Flip). Ela falou por exatos 13 minutos e 16 segundos, tempo suficiente para produzir um discurso magnético. Viralizou – e por bons motivos. A participação de Diva tocou em feridas abertas sobre o racismo no Brasil. A base das reflexões foram sua própria vida: dos tempos como estudante à experiência em sala de aula e o seu abrir de olhos sobre a situação dos negros no país.

Ao final do discurso emocionado, um apelo do ator e escritor Lázaro Ramos, que palestrava: “A gente precisa fazer um pacto de investir em Educação pública de qualidade”. Aplausos.

Em entrevista por telefone a NOVA ESCOLA, Diva reforça o discurso de Lázaro. Afirma que a falta de qualidade é ainda mais grave na abordagem de questões raciais. “São poucos os professores que conseguem contar a verdadeira história da África, do povo negro, dos indígenas.”

Na entrevista abaixo, ela relaciona a própria trajetória como aluna e professora da Educação Básica ao racismo no país e diz acreditar na Educação como principal motor de mudança.

NOVA ESCOLA O que motivou sua fala naquela sessão da Flip?

DIVA Não sei. Não foi pensado, mas foi a oportunidade que eu tive de falar sobre o meu sentimento e o sentimento das pessoas negras. Em Paraty, eu pude participar, pela primeira vez, de uma mesa com negros e que falasse sobre os negros. Durante a semana, participei de várias palestras que foram me tocando e, naquela mesa, quando começaram a falar sobre o racismo no passado de Portugal, eu pensava: não, isso não acontece em Portugal. Isso é o que acontece aqui, agora. Eu queria falar com o Lázaro depois porque ele mexeu muito com as minhas emoções, mas aquela foi a oportunidade que eu encontrei.

Na palestra você disse que somos escravizados até hoje. É uma colocação forte. O que você quis dizer?

DIVA São as oportunidades que nos dão que nos escravizam. É só perguntar para qualquer pessoa negra, ou de periferia, ou indígena. Quando era pequena, tive a oportunidade de fazer o primário em um colégio interno, mas eu era obrigada a trabalhar lá. Além disso, passava por situações que os alunos brancos de classe média não passavam: apanhava muito e evito até hoje as coisas que eu comia lá – uma sopa de lentilha com gosto de mofo e pão molhado no café com leite. No ginásio, passei a dar aulas em troca de moradia e de um tempo livre para estudar pela manhã. Nada mudou desde o período da escravidão, nem para mim nem para o mundo. Seguimos escravos.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Autor na Sala de Aula


Walmor Santos


Walmor Santos
Nasceu em São João do Sul, SC, em 16.08.1950. Reside em Porto Alegre, RS. É proprietário da WS Editor, uma pequena empresa que se dedica a lançar novos escritores e a levá-los às escolas. Foi o idealizador do grupo Cria Contos, do Projeto Autor na Sala de Aula e do Projeto Comunidade Leitora (este, com Nóia Kern). Foi criador e editor da extinta Revista Literária Blau. Presidiu a Associação Gaúcha de Escritores no biênio 1999-2001. Ministrou centenas de palestras para professores de todos os níveis de Ensino sobre o tema Leitura: a Arte da transform(ação), falando sobre diferentes realidades vivenciadas nos ambientes escolares e com exemplos concretos de resultados a partir das experiências vivenciadas por alunos e professores. Com o mesmo título acima, ministrou curso na Jornada de Literatura de Passo Fundo, em 2003. Com larga experiência em projetos de leitura, presta assessoria para Secretarias de Educação e grandes escolas.

Walmor Santos estará no I.E.E. Salgado Filho nos dias 14 e 15 de agosto de 2017. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

99eBooks é o site que mapeia eBooks gratuitos ou com mais de 50% de desconto

33giga - 27/07/2017



Site 99eBooks possui essas duas principais funções e você ainda pode se cadastrar na plataforma para receber e-mails sobre os gêneros que são de seu interesse.

Se você é um devorador de livros digitais, então precisa conhecer o 99eBooks. Esse site possui duas principais funções: ser um comparador de preços e reunir os melhores descontos em obras. E mais: você ainda pode se cadastrar na plataforma para receber e-mails sobre os gêneros que são de seu interesse.

Para usar o 99eBooks é fácil. Caso você queira pesquisar um título, basta ir até o campo dedicado e digitar o nome do livro ou do autor. Automaticamente, o site mostrará a obra e os preços nas livrarias virtuais – selecione a que mais lhe convém para ser redirecionado. Também é possível clicar na aba “Explorar” e conferir os eBooks separados por categorias.

Em “Ofertas”, você vê promoções de tempo limitado. Dá para encontrar livros com pelo menos 50% de desconto ou gratuitos. Durante os testes do 33Giga, uma promoção bem atrativa era a da coletânea “Todos os Contos”, de Clarice Lispector. A obra saiu de R$ 41,50 por R$ 8,30.

Para não perder promoções como essa, você pode se cadastrar no 99eBooks e receber notificações via e-mail. O usuário marca os gêneros que são de seu interesse e confere a mensagem em sua caixa de entrada uma vez por dia ou por semana – a decisão é sua.

As ofertas enviadas aos usuários da plataforma são sempre de grandes varejistas e, portanto, são compatíveis com os leitores de eBooks mais usados do mercado, como o Kindle e o Kobo.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

200 NEWS - Jornal das Turmas

O lançamento da 1ª Edição do Jornal das Turmas dos segundos anos do Ensino Médio do IEE Salgado Filho na disciplina de Literatura Brasileira, professora Denise Miletto foi no dia 31 de julho de 2017. 

Este é o terceiro ano consecutivo que participamos deste projeto coordenado pela ONG Comunicação e Cultura de Fortaleza.

Veja abaixo a 1ª Edidção.









segunda-feira, 31 de julho de 2017

Lançamento da 1ª Edição do 200 News - Jornal das Turmas

E assim foi o lançamento da 1ª Edição do 200 News - Jornal das Turmas de segundos anos do ensino médio do I.E.E Salgado Filho.
A primeira edição é fruto do comprometimento e das produções realizadas até o momento na disciplina de Literatura Brasileira.

















  

Que venha a 2ª edição!



sexta-feira, 28 de julho de 2017

NASA disponibiliza gratuitamente para download eBooks



A agência espacial lançou uma série de e-books relacionados com a sua história. Entre os diversos livros eletrônicos, você pode encontrar títulos sobre aeronáutica, história, ciência e muito mais. As obras estão disponíveis gratuitamente e em diversos formatos: PDF, EPUB e MOBI.


Visite: www.nasa.gov/connect/ebooks/

terça-feira, 25 de julho de 2017

Campanha estimula leitores a 'esquecerem' livros em locais públicos

Povo - 24/07/2017



Uma campanha nacional convida leitores a “esquecerem” livros em lugares públicos nesta terça-feira, 25. A iniciativa – que está sendo divulgada através do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp -pretende incentivar a leitura e o compartilhamento de conhecimento. A sistemática é simples: escolha uma obra, faça um bilhete explicando a campanha e o presente e deixe em um local de fácil acesso. Vale praça, parque, ponto de ônibus, táxi e restaurante.


O Vida&Arte, a Editora Dummar e o blog Leituras da Bel entraram na campanha e escolheram dez livros para deixar em lugares públicos. A reportagem vai sair, durante a manhã, para colocar as obras a disposição de seus novos donos. O roteiro, que só será revelado aos leitores amanhã, inclui quatro bairros diferentes. Vamos liberar pistas sobre os locais escolhidos nas nossas redes sociais.

“Esse tipo de campanha é sempre muito bem-vinda! Imagina você ser escolhida por um livro? Acho que a relação entre leitor e livro fica muito mais mágica! Com certeza ajuda na formação de leitores. Eu fico imaginando que a história vai conversar com a pessoa e a levar para lugares maravilhosos. Os livros sempre nos ajudam a crescer. Receber um livro sem ter propriamente escolhido… Chega dá um frio na barriga pensar na possibilidade! É uma coisa tão simples também, né? Mas bem poderosa”, acredita Carolina Esmeraldo, que “esquecerá” pelo menos três livros nesta terça-feira.

Carolina e sua irmã, Clarissa Esmeraldo, mantém um perfil na rede social instagram sobre leituras, indicações de autores, lançamentos e mercado editorial, o @sistersreading. Habituadas a ler desde a infância, elas agora compartilham a rotina de leitoras. “A gente sempre leu muito porque é um costume da nossa família mesmo. E gostamos muito de fotografia também. Aí, juntamos essas duas paixões e decidimos criar o Sisters Reading”, conta Carolina.

Para a campanha, um dos livros esquecidos por Carolina será o clássico Moby Dick, romance por Herman Melville. “Vou deixar em algum lugar da Aldeota, que é o bairro onde eu trabalho”, ela adianta. “Eu penso também em dar uma outra chance aos livros. Eu tenho alguns empacados na minha estante por pura birra ou mesmo que eu já li e sei que não vou reler. Eu tenho um monte pra desapegar”, fala sobre os outros títulos que serão “esquecidos” na terça-feira.

A professora e estudante de Letras Geisa Salgueiro já tem como hábito deixar livros em lugares públicos. É uma forma de presentear a Cidade e o outro com literatura. Moradora do Benfica, amanhã ela deve colocar a obra O mais feliz dos silêncios, da escritora cearense Ayla Andrade, na Praça da Gentilândia. “Gosto de divulgar os livros de escritores locais.

Sempre vejo muitos amigos e familiares nos lançamentos. Mas acaba que as pessoas que estão fora do circuito literário não conhecem o trabalho dos nossos escritores contemporâneos”, elucida.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Jornalista de Ribeirão conta histórias de vidas transformadas pela leitura


Lucas Mercês - www.jornalismounaerp.com.br

Como transformar a vida de uma pessoa? 
Essa pergunta parece ser complexa, mas o jornalista e escritor Galeno Amorim achou a resposta em algo antigo e simples: os livros. Na 17ª edição da Feira do Livro, ele apresentou sua nova obra lançada, apenas na plataforma digital.

Galeno é escritor e jornalista, já trabalhou na Rede Globo, no Estado de S. Paulo e no Jornal da Tarde, entre outros. Na tarde de terça-feira (6), ele palestrou sobre seu 18º livro, “Histórias de Gente Que Lê”. A obra é diferente das demais, pois conta 37 relatos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por conta dos livros e da leitura.

“Eu sempre coletei essas histórias, tenho um trabalho de divulgação de tentar mostrar que os livros têm um papel transformador na vida das pessoas”, diz Galeno.

Apesar de inúmeras pessoas falarem que é mais importante ler sobre política ou assuntos atuais, não existe um tipo de livro exato para mudar a sua vida, o importante é dar o pontapé inicial, e deixar a leitura levá-lo para outro mundo e transformar sua história. Quando perguntado sobre que tipo de livro tem esse poder , Galeno afirma que “qualquer livro, desde que atenda e faça parte daquele momento histórico que a pessoa está vivenciando”.

O Brasil não é um país onde as pessoas leem tanto assim, o incentivo também não é muito grande, porém, talvez o maior estímulo seja o famoso “boca a boca”. Segundo Galeno 45% de todos os livros lidos no Brasil são lidos por que alguém deu dica.

Se você gosta de ler ou quer começar agora a ter a sua vida transformada por conta da leitura, “Histórias de Gente Que Lê” pode ser achado em grandes livrarias online. Vale lembrar que o livro foi lançado apenas no formato ebook.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Cultura da Paz - Práticas Circulares

Realizamos no dia 20/7/17 durante a Jornada Pedagógica no IEE Salgado Filho a vivência - Cultura de Paz e Práticas Circulares com Raquel Bernardi Kurtz.

Agradecemos o trabalho realizado e o convite da escola.

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Bibliotecários podem atuar como biblioterapeutas e viver de 'receitar' livros


























Biblioo | Carta Capital - 05/06/2017



Já imaginou tornar uma das coisas que você mais gosta de fazer na vida – que é ler, indicar e falar sobre livros com outras pessoas – no seu principal ganha-pão ou, ao menos, numa importante fonte de renda? Ou, então, como forma de aprimorar seu trabalho atual e, assim, além seguir formando leitores, ainda ajudar outras pessoas a enfrentarem problemas pessoais e mesmo doenças da vida moderna?!

Pois a biblioterapia – ciência criada na primeira metade do século passado e largamente utilizada nos Estados Unidos e em países da Europa – ganha cada vez mais adeptos no Brasil. Em fins de maio, nada menos do que 259 pessoas – principalmente bibliotecários, mas também psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, assistentes sociais, professores, livreiros e estudantes de Letras – deram um tempo em suas vidas para participar da Jornada da Biblioterapia, realizado totalmente online, para tentar compreender um pouco melhor o assunto e, quem sabe, ter ali novas possibilidades profissionais.

“Eu simplesmente adorei”, afirma a bibliotecária paulista Maria Cristina Ferreira, de São Bernardo do Campo, no ABC, que saiu convencida que os profissionais da área podem sim abrir para si novas oportunidades de trabalho. “A Biblioterapia pode, realmente, ajudar muito as pessoas, seja quando praticada em grupos ou em sessões individuais”, garante a bibliotecária catarinense Eva Seitz, de Florianópolis, que há duas décadas pratica Biblioterapia com doentes de um hospital público de Santa Catarina e até já defendeu tese de Mestrado com uma pesquisa sobre a experiência.

No evento transmitido pela internet – que teve a participação da biblioterapeuta inglesa Ella Berthoud, uma das autores do livro Farmácia Literária (lançado no Brasil pela editora Verus) e da biblioterapeuta francesa radicada em Portugal Sandra Barão Nobre -, discutiu-se muito sobre a Biblioterapia Clássica e a Clínica.

Essa primeira parte da Jornada, organizada pela Fundação Observatório do Livro e da Leitura, é gratuita e ficará no ar, para livre acesso, até quinta-feira (08/06), às 19h. Pode ser acessada pelo site www.biblioterapia.org.br. Nesse mesmo dia, às 20h, terá início uma segunda etapa, aí sim um curso pago para quem quiser se aprofundar mais no assunto e se preparar para passar a atuar profissionalmente.

Além da Biblioterapia Clinica – com atendimento em consultório e que também pode ser aplicada em parceria com profissionais da área da Saúde – o biblioterapeuta pode atuar, profissionalmente, em hospitais, igrejas, escolas, presídios, empresas, instituições e, naturalmente, bibliotecas, sejam elas públicas, comunitárias, escolares, universitárias, de repartições ou de empresas.


“Esta é uma possibilidade concreta de transformar a vida pessoal e profissional, passando a fazer uma das coisas que mais gosta na vida, que é ler e falar sobre livros, e, ainda por cima, ser remunerado por isso”, diz o presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura, Galeno Amorim. Ex-presidente da Biblioteca Nacional, o próprio Galeno fez Biblioterapia, como paciente, na década de 1990, quando ele e um grupo de profissionais liberais – médicos, jornalistas, publicitários, enfermeiros e até um promotor público – faziam terapia em grupo a partir da leitura de livros.

Depois disso, ele criaria e desenvolveria vários projetos de Biblioterapia com jovens e adolescentes em situação de risco e com idosos. Atualmente, mantém um projeto com 20 grupos de presos para quem “receita” livros de literatura e duas sessões em grupo por mês. “Funciona, mesmo”, garante o ex-presidiário e estudante de Direito da Universidade de Ribeirão Preto, Carlos Andrade, condenado por assalto à mão armada e tráfico, que chegava a ler, no cárcere, a cada mês, 24 novos livros. “Eu sou prova viva disso, mas não sou só eu…”

PARA ASSISTIR À AULA GRATUITA, clique aqui.


Fonte: Blog do Galeno

segunda-feira, 17 de julho de 2017

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Gincana de 65 anos do IEESF

Parabéns às equipes participantes da Gincana em comemoração aos 65 anos do IEE Salgado Filho.
A integração dos estudantes é muito importante, os desafios que eles encaram, as tarefas...
Registro das equipes dos 200s e 300s do ensino médio.
Parabéns a todos pela participação!

Valeuuuuu!



Equipe 301


Mascote 201


Equipe 302


Mascote 203


Mascote 202 

Mascote 204




















A imagem pode conter: 13 pessoas, pessoas sorrindo



1° Lugar na gincana do IEE Salgado Filho, turma: 304

Parabéns!