Leia sempre, a leitura transforma.

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

A curva de aprendizagem mudando de forma

15/07/2015




Cerca de 85% dos estudantes do ensino superior hoje são estudantes não tradicionais, mas as universidades estão se adaptando para acomodá-los? Matthew Small, diretor-gerente, líder internacional em tecnologia da educação Blackboard, olha para frente e revela como focar no aluno muda a forma de educação.

A economia global tem tido um impacto significativo sobre os alunos que estão entrando no ensino superior. Estudantes querem melhorar suas possibilidades de emprego, estudantes estrangeiros que procuram o curso perfeito em qualquer país, estudantes de graduação que precisam trabalhar em tempo integral para financiar o seu próprio estudo. Cada um destes alunos não tradicionais formam os 85% dos indivíduos que estão atualmente no ensino superior. Com forte demanda por cursos flexíveis, acessibilidade da informação e qualificações reconhecidas internacionalmente, as universidades estão sob pressão para adaptar-se e serem competitivas.

O recrutamento dos alunos acontece em uma realidade cada vez maior em concorrência – o que significa que os estudantes podem ter sua própria opinião sobre o que querem estudar, quando estarão disponíveis, onde e quando querem estudar. A antiga universidade, os clubes sociais e sociedades foram deixados para trás por um número cada vez menor de alunos que são capazes de frequentar a universidade, participar de palestras e apresentar seus trabalhos.

A Blackboard, notando esta demanda por um ambiente de aprendizagem colaborativa on-line “recrutou” mais e mais instituições de ensino superior para utilizarem suas soluções. Passamos tempo pesquisando o novo ambiente educacional. Nossa pesquisa, que incluiu o tempo gasto com os alunos em sala de aula e em seu tempo livre, revelou que os alunos estão mais pró-ativos sobre como personalizar seu estudo e focar na qualificação como um objetivo para sua carreira ideal. Descobrimos que os alunos são mais espertos, exercendo suas escolha e cobrando mais. A tecnologia vem como uma segunda natureza para os estudantes de hoje e eles confiam nela para gerir suas vidas – e entendem o ensino da mesma forma. Se todos os aspectos de suas vidas podem ser tratados através de um dispositivo móvel, eles esperam que a sua educação seja da mesma forma.

Algumas universidades fazem apenas um esforço superficial para atualizar seus mecanismos. Elas usam a tecnologia como um quadro de avisos, transmitindo a aprendizagem sem habilitar os próprios alunos a conduzirem a atividade. Muitas operaram dentro de um sistema tradicional, que foi concebido para servir os alunos tradicionais em modelos de aprendizagem tradicionais. Esses alunos tradicionais estão agora em minoria e é certamente um tempo para mudança.

Ao ignorar o aluno não-tradicional, as instituições enfrentam mais que apenas a frustração de um estudante. Sem ter flexibilidade para apresentar avaliações on-line ou se envolver com os alunos e membros do corpo docente através da internet, algumas universidades estão deixando estudantes para trás. Como resultado, mais estudantes estão deixando as instituições, lutando para alcançar objetivos de vida e carreira, e questionando o valor da educação.

Um necessidade da educação centrada no aluno é o aumento dos estudantes internacionais e a tendência para cursos entre as universidades, e às vezes até mesmo entre os países, para obter a educação que o estudante deseja. O Reino Unido é o segundo destino mais popular para os estudantes internacionais (13% de todos os estudantes internacionais estão matriculados em um curso no Reino Unido). Precisamos manter esses estudantes, bem como o financiamento que eles trazem, ligado a uma universidade do Reino Unido.

Algumas universidades estão mudando a forma como desenvolvem seus cursos, mudando a forma como ministram palestras e mudando a forma como envolvem seus alunos. Muito disso é feito através da tecnologia. O mundo já tem sua primeira universidade “sem papel”, as Escolas Superiores de Tecnologia nos Emirados Árabes Unidos, e é só uma questão de tempo antes que outras sigam este exemplo. Mas é imporante ressaltar que a tecnologia não assume a “liderança”: ela permite que a universidade siga o estudante. O estudante tradicional está se tornando uma raridade. E as universidades que reconhecem isso e atendem as necessidades da nova geração de alunos terão sucesso em mudar sua forma de ensino.

Matt Small, autor deste artigo, estará discutindo este e outros temas na sétima edição do Fórum de Lideranças – Desafios da Educação, no dia 12 de agosto, em São Paulo.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Com mudança pedagógica, celular é aliado




20/07/2015


No modelo de aprendizagem ativa, em que a educação é centralizada no estudante, os dispositivos móveis se tornam grandes facilitadores.
Uma pesquisa recente da Unesco mostrou que 67% dos estudantes de países em desenvolvimento e emergentes que leem pelo celular consideram o aparelho conveniente para a leitura porque o dispositivo está o tempo todo com o usuário. Afinal, a mobilidade, disponibilidade de WiFi e redes móveis nas instituições de ensino permitem o acesso a conteúdos de qualidade. Mas, muitas vezes, os smartphones são os vilões do processo de aprendizagem por causa do entretenimento com games, redes sociais e conteúdos irrelevantes para o contexto da aula exposta pelo professor. Como a maioria dos alunos do ensino superior são nativos digitais e estão sempre conectados, na sala de aula não é diferente – o celular acompanha o estudante em qualquer lugar, forçando os professores a se adaptar a essa realidade.

No modelo de sala de aula tradicional, expositivo, a tecnologia é vista como o fim e não como o meio para alcançar um determinado objetivo. Muitas vezes, o professor expõe o conteúdo e faz o papel de ‘sábio do palco’, e um mesmo ritmo de ensino é imposto para todos os alunos, que se tornam agentes passivos da aprendizagem. Muitas vezes, nesse tipo de aula, o celular concorre e ganha do professor na atenção do aluno, que pode checar informações em tempo real, acessar qualquer outro conteúdo mais atrativo, e, se a apresentação do professor não for interessante, o WhatsApp e as redes sociais serão. A maioria dos professores não gosta disso, pois os dispositivos móveis são como uma ameaça ao bom andamento da aula.
 
Já as metodologias ativas de aprendizagem exigem mais do aluno em sala de aula, pois ele não se torna apenas um ouvinte. A tecnologia media sua participação e os dispositivos móveis são indispensáveis por permitir o acesso ao conteúdo e promover a interação entre alunos e professores. Na aplicação do processo de aprendizagem por pares, ou Peer Instruction, por exemplo, o uso dos dispositivos é parte do processo. A proposta das metodologias ativas faz com que o aluno se torne responsável pela busca e pela construção do conhecimento por meio de atividades que partem de um problema, e o conteúdo é a ferramenta utilizada para apoiar a solução. O acesso pode ser feito em qualquer hora e lugar, quantas vezes o aluno quiser, por dispositivos móveis.

Nesse sentido, um ambiente virtual de aprendizagem é indispensável, pois ajudará a instituição a organizar o conteúdo e disponibilizá-lo no formato de videoaulas, podcasts, textos, games e outros objetos que não apenas atraem esse novo aluno conectado, mas facilitam o processo de aprendizagem e respeitam o ritmo de cada indivíduo. Ou seja, a aula (acesso ao conteúdo) acontece fora da sala de aula e a lição de casa (resolução de problemas) na instituição, e por isso, o termo sala de aula invertida ou flipped classroom. É difícil desvincular esse modelo do uso dos dispositivos móveis.

Enquanto no modelo tradicional o uso do celular pode comprometer o processo de aprendizagem, em metodologias ativas o mobile é um grande aliado, quando bem aplicado. Com o apoio de um bom software de aprendizagem com integração para o mobile o aluno pode ter mais acesso a conteúdo, dinâmica na interação com o professor e, por fim, o ambiente de aprendizagem criado se torna mais lúdico, com a inclusão de games educacionais ou outras ferramentas que podem transformar a experiência em sala de aula.

As instituições devem ter em mente que a tecnologia é um facilitador para o engajamento do aluno, mas que deverá estar sustentada por toda metodologia pedagógica. Rever o atual modelo de ensino não é uma tarefa simples porque é preciso romper barreiras e pensar em novas metodologias de ensino e aprendizagem, mas é uma mudança que vale a pena.

Gustavo Hoffmann

Gustavo Hoffmann é pró-reitor da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac), diretor acadêmico e de EAD do Grupo Alis Educacional, parceiro da Blackboard Brasil. Hoffmann também participa do Fórum de Lideranças: Desafios da Educação.

Pensando neste fenômeno e na tendência do uso de ferramentas mobile em sala de aula, a Blackboard oferece o Blackboard Mobile, que proporciona grande capacidade de envolvimento, acesso instantâneo às informações e interação em qualquer lugar através dos dispositivos móveis. A Blackboard Mobile tem como objetivo manter os alunos conectados ao campus e divulgar a instituição para alunos em potencial.

Fonte: Desafios da Educação


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Estudar ou descansar?

O que fazer nas férias escolares? Estudar ou descansar?

Coordenador pedagógico dá dicas sobre o que os vestibulandos devem fazer durante as férias.


Por Adriano Lesme





Julho é período de férias escolares, época para largar de vez os livros, viajar, festar e esquecer o vestibular no final do ano. Correto? De acordo com o coordenador pedagógico do Colégio Oficina do Estudante, de Campinas, professor Célio Tasinafo, não é bem assim. O ideal é que o vestibulando equilibre descanso com estudos.

O equilíbrio pode ser posto em prática através de um planejamento consequente e coerente com a realidade do estudante. O professor Célio cita um exemplo: se os pais vão ficar em férias no final do mês, o estudante deve se planejar para estudar enquanto os pais ainda estão trabalhando e deixar o período de férias dos pais para descansar. “O equilíbrio não será atingido com uma agenda ‘aberta’, sem planejamento” – afirma o coordenador.

Até mesmo vestibulandos da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) podem ter seus momentos de lazer durante as férias. Para Célio, não é porque o vestibulando enfrentará processos seletivos considerados mais difíceis e concorridos, que não é possível descansar e viajar no recesso escolar. “Estudante cansado não é um estudante produtivo. Por isso, tão importante quanto o tempo reservado para estudos nas férias, é o tempo destinado ao descanso e convívio com a família e amigos” – completa o professor.



Professor e coordenador pedagógico Célio Tasinafo

O que estudar?

Muitos estudantes têm dúvidas sobre quais matérias estudar durante as férias. Segundo Célio, o ideal é que o estudante foque naqueles conteúdos em que possui mais dificuldades, mas que também possa ampliar seus domínios. O coordenador pedagógico alerta que não é hora de tentar aprender um tópico e/ou tema que o vestibulando não possui domínio algum, mas é o momento de se dedicar àqueles conteúdos em que já se possui uma base e pode conseguir se aprimorar.

Outra dica é aproveitar as férias para ler as obras literárias exigidas para os vestibulares, como as da Fuvest e Unicamp. Os livros podem ser levados nas viagens e serem lidos nos momentos de descanso. No entanto, Célio Tasinafo alerta: começar a leitura e não termina-la é infrutífero e frustrante.


Veja também
Balada x Vestibular: essa mistura é possível?
Férias acadêmicas e viagens no exterior
Locais de prova do PSMV 2014 da UFAM podem ser consultados

sexta-feira, 24 de julho de 2015

As férias escolares chegaram!

Por GUSTAVO GUERRA  em 02/07/2012


Como vocês devem saber, aqui no Brasil as férias escolares começam oficialmente no mês de Julho, e como hoje a blogosfera está lotada de blogs que são administrados por jovens, isso significa que eles vão ter mais tempo para gerenciar os seus respectivos blogs. Com isso, podemos assim dizer que agora nesse pequeno período de 30 dias a maioria dos blogs que são comandados por adolescentes e jovens vão estar bem atualizados com um plantão bem forte de posts ou novidades em seu blogs.



Ou seja, sem aulas para os estudantes sobra muito mais tempo para os jovens donos de blogs administrarem os seus projetos, pois não haverá preocupações com limite de tempo na internet; estudar para provas/testes; fazer lições de casa e trabalhos escolares; ler livros e fazer pesquisas; etc. Com isso eles poderão fazer os seus posts com mais tranquilidade e menos pressão, com mais conteúdo aprofundado, imagens mais trabalhadas e de qualidade, e com um tamanho bem superior ao normal.

Além disso, tirando que eles vão ter mais tempo para deixarem o blog em dia com as postagens, eles poderão ter tempo de sobra para fazerem ajustes no template; melhorar o SEO do blog; melhorarem a infra-estrutura do blog; organizarem o blog; testar novos recursos e ferramentas; entre outros. E como o período de ferias é relativamente bem grande (30 dias ou mais), com toda certeza tudo isso que falamos acima pode ser realizado pelos blogueiros jovens de ferias, e assim fazer com que essa massa de blogs entre em um pequeno período de auge/alta na blogosfera.

Resumindo, esse pequeno artigo de hoje é para falar que agora que as ferias escolares chegaram os blogs que são comandados por jovens vão começar a aparecer mais na blogosfera, e isso se aplica aqui também no Ajuda Blogueiros, pois Eu (Gustavo Guerra) terei muito mais tempo para manter as atualizações do AB em dia, além de trazer a vocês plantões de novidades; vídeo aulas; slide-shows; e muito mais. Então fiquem atentos!

Fique livre para comentar abaixo do que achou desse nosso artigo, e aproveite para ajudar a divulga-lo nas redes sociais e para os seus amigos! Até!


Fonte: Ajudablogueiros

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Gincana Caipira no IEESF

Parabéns às turmas participantes!

Vocês abrilhantaram nossa gincana!

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