Leia sempre, a leitura transforma.
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segunda-feira, 17 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
LIVROS | Conheça cinco das livrarias mais bonitas (e excêntricas) do mundo
Teca Machado - 07/04/2017
É apaixonado por livrarias, um bookaholic assumido e um leitor compulsivo?
Então tenho certeza que você morre de felicidades ao ver uma livraria no seu caminho. E se for uma livraria bonita, melhor ainda.
Que tal conhecer cinco das livrarias mais bonitas do mundo?
1. City Lights Bookstore, em São Francisco


Um canto especial para a poesia! Ela foi fundada pelo poeta Lawrence Ferlinghetti, por isso todo o segundo andar do local é dedicado a um espaço de poesia. Mas em toda a livraria há cadeiras estrategicamente colocadas para que os clientes gastem tempo para escolher qual título levar para casa.
2. Word on the Water, em Londres


Essa livraria é numa barca. Você pode subir a bordo e fuçar pela coleção (e ainda brincar com os gatos do dono do lugar), ou ficar em terra firme para assistir leituras de poesias e música ao vivo, que acontecem no teto da barca.
3. Boekhandel Dominicanen, na Holanda


Além da arquitetura incrível, escolher livros dentro de uma igreja com mais de 700 anos é uma experiência que você só terá lá.
4. Libreria Acqua Alta, em Veneza


Essa livraria é facilmente um dos lugares mais memoráveis e estranhos de Veneza. A loja em si é pequena e recheada de livros que caem de gondolas, banheiras e pequenos barcos. Você pode mergulhar seus pés no canal enquanto lê ou subir uma escada feita inteiramente de livros.
5. Cook & Book, em Bruxelas


Parte livraria e parte café. A loja é dividida em nove cômodos e cada um deles contém uma seção diferente (música, ficção, infantil, viagem, HQ…). Mas o melhor de tudo é que cada seção é completamente diferente da outra e tem seu próprio design especial e único. Tem até mesmo um cômodo britânico que se parece com um pub.
Via BuzzFeed Books
Então tenho certeza que você morre de felicidades ao ver uma livraria no seu caminho. E se for uma livraria bonita, melhor ainda.
Que tal conhecer cinco das livrarias mais bonitas do mundo?
1. City Lights Bookstore, em São Francisco


Um canto especial para a poesia! Ela foi fundada pelo poeta Lawrence Ferlinghetti, por isso todo o segundo andar do local é dedicado a um espaço de poesia. Mas em toda a livraria há cadeiras estrategicamente colocadas para que os clientes gastem tempo para escolher qual título levar para casa.
2. Word on the Water, em Londres


Essa livraria é numa barca. Você pode subir a bordo e fuçar pela coleção (e ainda brincar com os gatos do dono do lugar), ou ficar em terra firme para assistir leituras de poesias e música ao vivo, que acontecem no teto da barca.
3. Boekhandel Dominicanen, na Holanda


Além da arquitetura incrível, escolher livros dentro de uma igreja com mais de 700 anos é uma experiência que você só terá lá.
4. Libreria Acqua Alta, em Veneza


Essa livraria é facilmente um dos lugares mais memoráveis e estranhos de Veneza. A loja em si é pequena e recheada de livros que caem de gondolas, banheiras e pequenos barcos. Você pode mergulhar seus pés no canal enquanto lê ou subir uma escada feita inteiramente de livros.
5. Cook & Book, em Bruxelas


Parte livraria e parte café. A loja é dividida em nove cômodos e cada um deles contém uma seção diferente (música, ficção, infantil, viagem, HQ…). Mas o melhor de tudo é que cada seção é completamente diferente da outra e tem seu próprio design especial e único. Tem até mesmo um cômodo britânico que se parece com um pub.
Via BuzzFeed Books
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Um nome para o Jornal da Turma 2017
De cada turma os nomes mais votados foram escolhidos.
Agora as quatro turmas decidem qual o melhor nome para o jornal das turmas 200's de 2017.
Os estudantes terão direito de votar uma única vez.
Agora as quatro turmas decidem qual o melhor nome para o jornal das turmas 200's de 2017.
Os estudantes terão direito de votar uma única vez.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Escritor brasileiro de 6 anos cria game e ganha concurso da Nasa
Salvador Nogueira - Mensageiro Sideral - 29/03/2017

Em um concurso sobre colonização espacial promovido pela Nasa entre mais de 6.000 estudantes do mundo inteiro, um brasileiro levou o primeiro prêmio na categoria de mérito literário. Detalhe: João Paulo Guerra Barrera, de São Paulo, tem apenas seis anos.
O Nasa Ames Space Settlement Contest é realizado desde 1994 anualmente pelo Centro Ames de Pesquisa, órgão da agência espacial americana sediado na Califórnia. Ele é aberto a inscrições do mundo inteiro, por alunos de até 18 anos, dos ensinos Fundamental e Médio. As participações podem ser individuais ou em grupo, e há diversas categorias separadas por idade, além de um Grande Prêmio e prêmios de mérito artístico e literário — que envolvem todos os participantes.
Barrera, adiantado dois anos na escola (ele agora cursa o terceiro ano do Fundamental), ganhou o primeiro prêmio justamente numa das categorias que combinava competidores de todas as idades. Ele se viu em empate técnico com Nanitha Varma N., da Índia. Ela escreveu um poema chamado “My Quest” (Minha busca). Ele escreveu um jogo de computador, Sonic World Space Settlement, baseado em um livro bilíngue português-inglês que ele mesmo havia escrito no ano passado: No Mundo da Lua e dos Planetas/In the World of the Moon and the Planets. (Clique aqui para jogar.)
“Foi ele quem escreveu o livro, o jogo, e quem fez a programação sozinho”, conta Margarida Barrera, mãe do João Paulo, que, com o livro publicado, já é o escritor brasileiro bilíngue mais jovem de que se tem notícia. Ele completa sete anos neste dia 31. “Eu me senti muito feliz e com vontade de passear no espaço com gravidade zero”, descreveu o jovem vencedor do concurso ao Mensageiro Sideral. E os pais arremataram: “Felicidade extrema em saber que estamos no caminho certo em oferecer para ele uma boa educação e incentivar o gosto pela leitura e pelos desafios, sempre lembrando que a melhor herança que podemos deixar para ele é a firmeza em aspirar triunfos e a capacidade de assimilar insucessos.”
No game, um trio de crianças se aventura pelo espaço construindo um foguete a partir de peças recicladas e explora os planetas do Sistema Solar.
MELHOR DESEMPENHO
O Brasil registrou em 2011 suas primeiras participações no concurso anual da Nasa, cujo objetivo é estimular as próximas gerações de cientistas e engenheiros a imaginar o futuro humano no espaço. Mas prêmios mesmo só faturamos pela primeira vez agora, em 2017. Além da grande conquista de Barrera, outros quatro projetos brasileiros foram agraciados.
Uma equipe do Instituto Nossa Senhora da Piedade, no Rio de Janeiro, ganhou o terceiro prêmio voltado para alunos do terceiro ano do Ensino Médio, e tivemos três menções honrosas, uma para Eduardo N., do Colégio Nossa Senhora de Sion, em São Paulo, outra para Isabela Moreira Leite Postelhone de Freitas, da Escola Estadual Prof. Amilcare Mattei, de Marília (SP), e uma terceira para o grupo composto por Ana Beatriz Martins Costa, Ingrid Laíse Magalhães de Oliveira, Kauan Araujo Barbosa e Luisa Stolemberger Rodrigues, alunos do quinto ano da Escola Municipal Antonio Pedro Ribeiro, em Mogi das Cruzes (SP).
O concurso de 2017 foi o mais competitivo de sua história, com cerca de 1.500 trabalhos submetidos. “E o melhor desempenho do Brasil”, comemora Ivan Gláucio Paulino Lima, pesquisador brasileiro da Universities Space Research Association no Ames que fez da divulgação da atividade em escolas brasileiras uma de suas prioridades no ano passado. “Eu fiz 5 mil planfletos, deixei 2 mil na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo e distribuí os outros 3 mil nas minhas 42 palestras durante as duas semanas que estive no Brasil no ano passado”, conta Lima.
Resultado: apesar de o concurso só aceitar trabalhos em inglês, o Brasil ficou em quarto lugar no “quadro de medalhas” entre os países participantes. Foram ao todo 211 premiações. Em primeiro lugar veio a Índia, com 138 delas, incluindo aí o Grande Prêmio. Em segundo lugar, a Romênia, que tem longa tradição de participação no concurso e ficou com 33 prêmios. Os Estados Unidos, país-sede, ficaram com 16. E o Brasil, na quarta posição, com 5. E que ninguém subestime nosso resultado. Ficamos à frente de Japão, China, Canadá e Rússia, países com grande tradição na área espacial.
“Imagino que as maiores dificuldades para a participação de brasileiros neste concurso eram a falta de divulgação, a ausência de exemplos de sucesso e a restrição do idioma”, diz Lima. “Este ano superamos essas três dificuldades, provamos que temos muito talento e potencial. Espero que nos próximos anos todo esse potencial seja transformado em realidade, e que nossos jovens estejam cada vez mais preparados para um futuro de rápidas transformações.”
O Mensageiro Sideral parabeniza os vencedores e os agradece por lembrar a todos que, a despeito das imensas mazelas do país, jamais nos faltaram aptidão, competência e, sobretudo, a vontade de sonhar com o amanhã.
Fonte Blog do Galeno
Em um concurso sobre colonização espacial promovido pela Nasa entre mais de 6.000 estudantes do mundo inteiro, um brasileiro levou o primeiro prêmio na categoria de mérito literário. Detalhe: João Paulo Guerra Barrera, de São Paulo, tem apenas seis anos.
O Nasa Ames Space Settlement Contest é realizado desde 1994 anualmente pelo Centro Ames de Pesquisa, órgão da agência espacial americana sediado na Califórnia. Ele é aberto a inscrições do mundo inteiro, por alunos de até 18 anos, dos ensinos Fundamental e Médio. As participações podem ser individuais ou em grupo, e há diversas categorias separadas por idade, além de um Grande Prêmio e prêmios de mérito artístico e literário — que envolvem todos os participantes.
Barrera, adiantado dois anos na escola (ele agora cursa o terceiro ano do Fundamental), ganhou o primeiro prêmio justamente numa das categorias que combinava competidores de todas as idades. Ele se viu em empate técnico com Nanitha Varma N., da Índia. Ela escreveu um poema chamado “My Quest” (Minha busca). Ele escreveu um jogo de computador, Sonic World Space Settlement, baseado em um livro bilíngue português-inglês que ele mesmo havia escrito no ano passado: No Mundo da Lua e dos Planetas/In the World of the Moon and the Planets. (Clique aqui para jogar.)
“Foi ele quem escreveu o livro, o jogo, e quem fez a programação sozinho”, conta Margarida Barrera, mãe do João Paulo, que, com o livro publicado, já é o escritor brasileiro bilíngue mais jovem de que se tem notícia. Ele completa sete anos neste dia 31. “Eu me senti muito feliz e com vontade de passear no espaço com gravidade zero”, descreveu o jovem vencedor do concurso ao Mensageiro Sideral. E os pais arremataram: “Felicidade extrema em saber que estamos no caminho certo em oferecer para ele uma boa educação e incentivar o gosto pela leitura e pelos desafios, sempre lembrando que a melhor herança que podemos deixar para ele é a firmeza em aspirar triunfos e a capacidade de assimilar insucessos.”
No game, um trio de crianças se aventura pelo espaço construindo um foguete a partir de peças recicladas e explora os planetas do Sistema Solar.
MELHOR DESEMPENHO
O Brasil registrou em 2011 suas primeiras participações no concurso anual da Nasa, cujo objetivo é estimular as próximas gerações de cientistas e engenheiros a imaginar o futuro humano no espaço. Mas prêmios mesmo só faturamos pela primeira vez agora, em 2017. Além da grande conquista de Barrera, outros quatro projetos brasileiros foram agraciados.
Uma equipe do Instituto Nossa Senhora da Piedade, no Rio de Janeiro, ganhou o terceiro prêmio voltado para alunos do terceiro ano do Ensino Médio, e tivemos três menções honrosas, uma para Eduardo N., do Colégio Nossa Senhora de Sion, em São Paulo, outra para Isabela Moreira Leite Postelhone de Freitas, da Escola Estadual Prof. Amilcare Mattei, de Marília (SP), e uma terceira para o grupo composto por Ana Beatriz Martins Costa, Ingrid Laíse Magalhães de Oliveira, Kauan Araujo Barbosa e Luisa Stolemberger Rodrigues, alunos do quinto ano da Escola Municipal Antonio Pedro Ribeiro, em Mogi das Cruzes (SP).
O concurso de 2017 foi o mais competitivo de sua história, com cerca de 1.500 trabalhos submetidos. “E o melhor desempenho do Brasil”, comemora Ivan Gláucio Paulino Lima, pesquisador brasileiro da Universities Space Research Association no Ames que fez da divulgação da atividade em escolas brasileiras uma de suas prioridades no ano passado. “Eu fiz 5 mil planfletos, deixei 2 mil na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo e distribuí os outros 3 mil nas minhas 42 palestras durante as duas semanas que estive no Brasil no ano passado”, conta Lima.
Resultado: apesar de o concurso só aceitar trabalhos em inglês, o Brasil ficou em quarto lugar no “quadro de medalhas” entre os países participantes. Foram ao todo 211 premiações. Em primeiro lugar veio a Índia, com 138 delas, incluindo aí o Grande Prêmio. Em segundo lugar, a Romênia, que tem longa tradição de participação no concurso e ficou com 33 prêmios. Os Estados Unidos, país-sede, ficaram com 16. E o Brasil, na quarta posição, com 5. E que ninguém subestime nosso resultado. Ficamos à frente de Japão, China, Canadá e Rússia, países com grande tradição na área espacial.
“Imagino que as maiores dificuldades para a participação de brasileiros neste concurso eram a falta de divulgação, a ausência de exemplos de sucesso e a restrição do idioma”, diz Lima. “Este ano superamos essas três dificuldades, provamos que temos muito talento e potencial. Espero que nos próximos anos todo esse potencial seja transformado em realidade, e que nossos jovens estejam cada vez mais preparados para um futuro de rápidas transformações.”
O Mensageiro Sideral parabeniza os vencedores e os agradece por lembrar a todos que, a despeito das imensas mazelas do país, jamais nos faltaram aptidão, competência e, sobretudo, a vontade de sonhar com o amanhã.
Fonte Blog do Galeno
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Mapa literário monta cidade de Londres com nome de personagens
Teca Machado - BurnBook - 04/4/2017

Londres é uma cidade que aparece em muitíssimos livros e histórias. Muitos romances, thrillers e dramas já passaram por suas ruas. Por isso Dex, um artista londrino, resolveu fazer um intrincado mapa da capital com o nome de personagens do passado e do presente.
“Temos aqui os famosos e os infames. E também os menos conhecidos. Cada personagem foi colocado nos recantos da cidade onde mais gosta de passar ou onde chama de casa”, explica Dex.
Entre outros personagens, estão Sherlock Holmes, Bridget Jones, 007, Harry Potter, Peter Pan, Dorian Gray, Ebenezer Scrooge e muitos mais. É interessante passar um tempo tentando reconhecer os nomes no mapa.
O mapa literário de Londres foi feito pela primeira vez em 2012, mas uma nova edição foi lançada esse mês.
Fonte: Burn Book
Londres é uma cidade que aparece em muitíssimos livros e histórias. Muitos romances, thrillers e dramas já passaram por suas ruas. Por isso Dex, um artista londrino, resolveu fazer um intrincado mapa da capital com o nome de personagens do passado e do presente.
“Temos aqui os famosos e os infames. E também os menos conhecidos. Cada personagem foi colocado nos recantos da cidade onde mais gosta de passar ou onde chama de casa”, explica Dex.
Entre outros personagens, estão Sherlock Holmes, Bridget Jones, 007, Harry Potter, Peter Pan, Dorian Gray, Ebenezer Scrooge e muitos mais. É interessante passar um tempo tentando reconhecer os nomes no mapa.
O mapa literário de Londres foi feito pela primeira vez em 2012, mas uma nova edição foi lançada esse mês.
Fonte: Burn Book
quarta-feira, 5 de abril de 2017
App de BH compartilha livros gratuitamente entre usuários
Sou BH - 03/04/2017
Open Shelf funciona como uma biblioteca online com livros em papel; na plataforma de compartilhamento é preciso fazer um cadastro simples.
Uma biblioteca recheada de livros na palma da mão. Esse é o conceito do aplicativo Open Shelf, que em português significa estante aberta. A plataforma online de compartilhamento de livros é gratuita e já está funcionando em BH.
Para participar é necessário fazer um cadastro simples e disponibilizar os livros desejados. Quem se interessar por algum exemplar deve buscar no endereço divulgado pelo usuário, sem custo nenhum pelo compartilhamento. Pela geolocalização do usuário é possível visualizar os livros disponíveis mais próximos. A ferramenta também disponibiliza um chat online para facilitar a troca de livros entre os usuários.
A ideia do mineiro Pedro Ivo surgiu com outro projeto criado por ele, o Ponto do Livro, que disponibiliza livros em pontos de ônibus de diversas cidades mineiras, como BH, Lavras, Patos de Minas e Nova Lima, e a capital fluminense Rio de Janeiro (RJ).
A missão do aplicativo é difundir o hábito da leitura e ser a maior biblioteca coletiva do mundo. O app está disponível gratuitamente para sistemas IOS e Android.
Fonte: Blog do Galeno
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Estudo faz mapeamento inédido do mercado de livro digital
Ernesto Neves - Veja
Um mapeamento feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) vai revelar, pela primeira vez, o tamanho do mercado de livros digitais no país.
O estudo, visto como crucial para o desenvolvimento do setor, teve a adesão de 350 editoras e o resultado final será divulgado em junho.
Calcula-se que a venda de livros digitais cresça a uma taxa de 20% ao ano. O Brasil, no entanto, é menos desenvolvimento em relação às economias desenvolvidas.
“Acredita-se que apenas 2,5% das vendas sejam digitais. Na Espanha, por exemplo, já corresponde a 10%”, diz Marcos Pereira, dono da editora Sextante e presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel).
É um produto muito atraente em tempos de crise, já que custa, em média, 30% a menos que o formato convencional”, completa.
O estudo é uma parceria entre o sindicato e a Câmara Brasileira de Livros.
Fonte: Blog do Galeno
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