Leia sempre, a leitura transforma.

Leia sempre, a leitura transforma.



quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ciclo de palestras: Cidadãos do Mundo

Fechamos, o ciclo de palestras, no turno da tarde, com a professora e terapeuta Denise Cogo Miletto, com as turmas do 6° ano, 61 e 62. Obrigada pelo belo trabalho voluntário!! (IEESF).






Agradeço o convite e a oportunidade de passar para estes jovens estudantes um pouco do que venho buscando dentro das terapias alternativas e da minha formação como terapeuta.

Denise Miletto

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Quase lá...

Queridos estudantes das turmas 201, 202, 203 e 204!

Nesta última semana de aula, antes das férias de inverno, convido a cada um que revisem seus trabalhos de literatura para que no retorno das aulas não fiquem acumulados.

  • Comentários dos curtas "Por que Heloisa?", "Cuerdas" e "Assim como você" neste blog - post do dia 22 de junho de 2015
  • 1º Livro do trimestre (escrito, no Blog Leitura 100 e no microfone). Os estudantes devem entregar o trabalho escrito, ou postar no blog. Os trabalhos do 1º livro que não foram apresentados no microfone devem ser apresentados oralmente em sala de aula. Os estudantes que apresentaram seus livros no microfone devem postar comentário no post: do dia 29 de abril de 2015.

  • Atividade no Moodle: Você é o que gostaria de ser?
  • Atividades de avaliação e sugestão para o jornal  -entregar.

Lembre-se: em agosto teremos avaliação do 2º livro do trimestre. Organize-se.


Prof.ª Denise Miletto

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Sugestões para a 2ª Edição do Salgado News

 Pesquisa nas famílias:

Esta é a 1ª de três edições do Jornal Salgado News. Sua avaliação e sugestão para as próximas edições do jornal das turmas dos segundos anos é muito importante. Colabore.

Os estudantes levaram os jornais para casa juntamente com a avaliação e sugestões para a próxima edição para ser feita juntamente com suas famílias. (Texto acima)

Como retorno desta atividade temos:

Avaliação: (comentários)

Muitas famílias e estudantes comentaram que era a primeira vez que um jornal era editado na escola.

Foi muito interessante, o jornal está excelente.

Acharam interessante a ideia de fazer um jornal, pois fala de temas que fazem as famílias sentarem e debaterem sobre o conteúdo.

Gostaram das entrevistas com os estudantes especiais e com o delegado de polícia.

Não veem a hora de começar a 2ª edição.

Sentem-se honrados por terem participado da elaboração do jornal.

O jornal está show de bola, ficou maravilhoso.

Nunca viram outra escola ter feito um jornal educativo. Mostra como é uma escola dentro da sala de aula (trabalhos produzidos).

Gostaram dos temas e da elaboração do jornal e que isso incentivou a criatividades dos estudantes.

O jornal é muito bom porque influencia os jovens e ajuda a divulgar o que suas famílias produzem.

Muitos passam a conhecer o talento dos estudantes e acabam divulgando notícias interessantes.

Foi uma ótima iniciativa, o jornal estimula os jovens em diversos pontos.

Algumas sugestões: (assuntos para a 2ª edição)

- A grande maioria sugeriu que o jornal tivesse mais páginas;

- Publicar a opinião das pessoas sobre este jornal;

- Mais entrevistas;

- Mais fotografias;

- Mais notícias sobre a escola;

- Mais charges;

- Mais Classificados

- Oportunidades de empregos;

- Coisas que acontecem em nossa cidade;

- Para os estudantes participem mais das atividades de sala de aula que as melhores irão para o jornal;

- Mais colunas colaborativas ;

- Reportagens interessantes (jogos escolares, cultura, música, dança, prevenção doenças sexualmente transmissíveis, temas do seminário integrado;

- Poesias;

- Mais informações sobre os estudantes com deficiência (pretendemos continuar esta coluna, pois temos três alunos especiais nos segundos anos);

- Cruzadinhas;

- Notícias, reportagens sobre: Eleições escolares;

- Projetos de viagens para os alunos;

- Leitura para as crianças das séries iniciais (divulgar a importância da leitura);

- Campanha de doação de livros para a biblioteca da escola;

- Visitas ao Asilo, Casa de Passagem (fazer leitura para eles, repostagens).


Acredito que temos muito trabalho pela frente.

Agradeço a todos os estudantes e familiares que se envolveram nesta avaliação.

Profª. Denise Miletto

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Por que o brasileiro lê tão pouco?

Por que ainda hoje, em 2015, não conseguimos criar um grande público leitor em nosso país?

Posted by: José Figueiredo , abril 25, 2015



No dia 31 de março desse ano o Jornal da Globo trouxe uma matéria na qual revelava uma assustadora realidade do nosso país: sete a cada dez brasileiros não leram um único livro no ano passado. Isso mesmo, 70% da população do nosso país simplesmente não abriu um único volume que fosse para folheá-lo. Em grandes cifras, dos 202.000.000 (duzentos e dois milhões) de brasileiros (estimativa feita no começo do ano) apenas 60.600.000 (sessenta milhões e seiscentos mil) cultivaram o velho hábito da leitura. Pode parecer grande a última cifra, mas quem assim o faz ignora sumariamente as outras 141.400.00 (cento e quarenta milhões e quatrocentos mil) pessoas que simplesmente não leram, seja qual for o motivo.

Em outras áreas das artes os números também não foram lá grande coisa, ficando muito abaixo da média.

Na matéria, que pode ser vista no link, os principais motivos apontados para esses baixos números são causados devido aos altos valores dos livros e à crise econômica que assola a nação.

Mas será que é esse o fato de termos um público leitor tão baixo? Por que o brasileiro lê tão pouco?

Uma possibilidade de resposta surge, a meu ver, no próprio vídeo. Aos quarenta e cinco segundos da matéria, surge um homem sendo entrevistado. Perguntado por que não leu um único livro no ano passado, sua resposta foi “porque deixei passar”. Ele afirma que não foi por falta de interesse, mas simplesmente “deixou passar”.

Uma verdade que pode parecer grosseira, e talvez seja em um primeiro momento, pode ser a causa desse mal nacional: a preguiça, pura e simplesmente a preguiça que toma conta da nossa gente. Aqui não faço distinção de credo, raça, cor, classe social e nível de escolaridade, pois todos, dos homens pompudos de terno que se orgulham de pôr nos seus currículos os MBAs aos mais simples cidadãos, passando inclusive por muitos professores, até os de literatura, do Brasil não gostam de abrir um livro. Falta-lhes palavras para responder qual o motivo dessa livrofobia, só sabem que, sei lá, nunca gostei de ler e na minha família nunca tive ninguém que fosse leitor. Há alguns que acusam, e com boa dose de razão, professores de literatura que destruíram seu gosto com tomos chatos de grandes nomes: Machado, Guimarães, Graciliano. Mas mesmo assim, ainda com a grande quantidade de professores de literatura a cometer atrocidades, isso não explica os sete não-leitores a cada dez. Nas escolas públicas há hoje o Plano Nacional do Livro e da Leitura, o qual faz com que caixas e mais caixas cheguem às escolas com livros bonitos e prazerosos. Estes, infelizmente, continuam a amargar a solidão das próprias caixas ou a das prateleiras de uma biblioteca esquecida.

E por que isso acontece ainda hoje em nosso país?

Não podemos culpar completamente os valores excessivos dos livros, uma vez que nas grandes, médias e pequenas cidades, por piores que sejam, há as antigas e boas bibliotecas públicas. Uma rápida pesquisa com os bibliotecários mostrará que o trabalho deles é ocioso pela falta de público.
Não podemos também culpar por completo a internet & Cia, pois eles abrem a possibilidade da leitura de livros em novos formatos nas mais variadas plataformas (computador pessoal, notebook, celular, tablet, kindle etc.). Se há uma revolução que a internet fez foi possibilitar, junto com o arquivo pdf, uma proliferação nunca antes vista na história da humanidade de acesso à informação – inclusive àquela dos livros. Se quisermos, em menos de cinco minutos, podemos ter toda obra de Shakespeare, Machado de Assis, Platão, Montaigne (a lista poderia se estender com muitos nomes). Ela, isso sim, permitiu que pessoas já dadas ao hábito da leitura tivessem acesso e experimentassem novas possibilidades de leitura.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Avaliação das Leituras

 
 
 
Primeiro Livro do trimestre
 
Lembre-se de seguir os roteiros recebidos conforme o tipo de apresentação:

Apresentação utilizando o microfone;
Apresentação escrita;

Apresentação no Blog Leitura 100.

Título:
Autor(a):
Nº de páginas -
Editora:
Edição:
Gênero Literário (romance, ficção, teatro, novela...)

Motivos que levaram à escolha do livro.
Indique este livro para alguém, falando um pouco sobre a história, como se fosse a citação contida nas orelhas ou na contracapa do livro, elaborada a partir da sua leitura, um texto pessoal (inédito).
Dê sua opinião sobre esta leitura e comente como foi o trabalho de leitura durante o trimestre.





 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Diversos Caminhos

Diversos são os caminhos de onde viemos. Taquari, Cerro dos Teles, Buricaçi, Jaguari Grande, Sanga Funda. E para que possamos percorrê-los, alguns de nós temos que madrugar, mas madrugar mesmo. Eu estou falando de acordar às cinco da manhã. E os que conseguem dormir até mais tarde, acordam seis e vinte, seis e meia.
Depois de levantar é só o tempo de nos arrumarmos e nos prepararmos para mais um dia de aula.  No caminho para a escola alguns vão de Kombi e outros de ônibus. Alguns dormem, ouvem música, conversam e tem a oportunidade de contemplar a bela natureza. Enfrentamos as más condições das estradas ou dos transportes ou até mesmo dos dois juntos, mas isso não nos impede de chegarmos onde queremos, de alcançarmos nossos objetivos.
Todos chegam à escola às sete e meia. E é ai que os diversos caminhos se encontram, se tornam um só. É quando encontramos os nossos conhecidos, nossos amigos e até nossos inimigos. Daí é só esperar o sinal, para que a aula possa começar. 

Thalia Gripa Lunardi - 204

Paródia
 (Canção do Exílio – G. Dias)

Minha terra tem bergamoteiras
Onde dança a Mariá.
As mulheres que aqui dançam,
Não dançam como lá.

Nossos carnavais tem mais mulatas.
Nossas campos têm mais flores,
Nossos povos tem mais vida.
Nossa vida mais temores.

Em sonhar, sozinho à noite
Mais amor encontro lá;
Minha terra tem bergamoteiras.
Onde dança a Mariá.

Não permita Deus que eu me vá.
Sem que eu volte pra lá;
Sem que eu desfrute os amores
Que não encontro por cá.
Sem que ainda aviste as bergamoteiras.
Onde dança a Mariá.

Richard G. dos Santos- 202

Estes textos fazem parte da 1ª Edição do Jornal das turmas Salgado News.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Saudade


Um dos temas trabalhados em sala de aula foi a saudade que o Romantismo utiliza com propriedade. Os estudantes foram desafiados a escreverem paródias dos textos Meus oito anos de Casimiro de Abreu e Canção do Exílio de Gonçalves Dias ou ainda escrever sobre a saudade. Eis alguns resultados:



Saudades...

Saudades da época em que a única dor era o joelho ralado;
Saudades da chegada da escola, largar a mochila e brincar de bonecas;
Saudades do tempo em que apenas um colo carinhoso acalmava o pranto;
Saudades da época em que a gente podia ser qualquer profissional mesmo que de brincadeira;
Saudades de quando a única preocupação da escola era se a merenda era boa;
Saudades de quando o choro era apenas uma birra pra mãe dar atenção;
Saudades, ah Saudades, daquela época em que o mundo parecia ser mágico e encantado.

Gabriele C. Uberti – 201


Saudade

Saudade do tempo em que era criança.
Saudade daquele tempo que parecia ser tudo mais fácil.
Saudade não significa uma lembrança ruim. Significa boas lembranças de um tempo que não volta mais.

Dara M. S. dos Santos – 201


A saudade

A saudade é imensa
sem ter o teu carinho
a cada dia me pergunto
por que deus te colocou
no meu caminho.

Cada dia um sol
sem chuva e sem verão
a espera de um dia
pelo teu amor
pelo resto de minha vida
pelo teu sorriso de despertar.

O desejo por um beijo ardente
na noite mais linda e bela de verão
a escuridão nos guia
porque sempre nos dois
estaremos juntos
formando um só coração.

Cada noite uma história
cada frase uma linha
a espera de uma noite obscura e vazia. 

Litiele C. Kuhn - 202


Estes textos fazem parte da 1ª Edição do Jornal das turmas Salgado News.