Leia sempre, a leitura transforma.
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sexta-feira, 1 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Na Espanha existe uma biblioteca de 16 mil livros para 9 habitantes
"Andou um ano inteiro às voltas e conseguiu. Fez pedidos pela internet. Só estava a pensar em 10 mil livros mas agora já são 16 mil". Estes livros todos acomodados numa casa onde no passado foi o sítio onde se ferravam os animais. Quem o diz é Montsé Gonzalez, uma das 9 pessoas da aldeia que também ajudou a recolher tantos livros.
"Muitos nos diziam que tinham duzentos e que os fossemos buscar. Em casas particulares, de heranças, de Navarra também deram alguns, de outros lados mas tivemos que os ir buscar a todos, foi muito trabalho". Um trabalho compensado com uma inauguração com pompa e circunstância vai há pouco mais de uma semana. Depois de tudo isso, o alcaide foi de férias para um merecido descanso.
"Muitos nos diziam que tinham duzentos e que os fossemos buscar. Em casas particulares, de heranças, de Navarra também deram alguns, de outros lados mas tivemos que os ir buscar a todos, foi muito trabalho". Um trabalho compensado com uma inauguração com pompa e circunstância vai há pouco mais de uma semana. Depois de tudo isso, o alcaide foi de férias para um merecido descanso.
Na biblioteca encontrámos Célia Navarra. Nasceu e cresceu na pequena aldeia. Está orgulhosa de tudo. Trabalha em Burgos mas sempre que pode vai ali dar "uma mãozinha". Primeiro têm que se registar os livros e depois é que se pode levar. Neste momento estou a tomar notas dos livros que faltam registar para depois serem alugados", diz.
A excêntrica biblioteca está sempre aberta e qualquer um pode ir buscar ou levar um livro, acrescenta Célia Navarro. "Sim, claro! Pode levar um livro que goste ou que precise. Isto vai estar aberto todo o dia, à disposição de quem passe ou de quem venha de propósito".
E por aqui, nesta pequena nova terra aculturada por estes 16 mil títulos a única coisa que querem dizer aos políticos, em tempo de campanha, é de que "estão fartos deles".
A excêntrica biblioteca está sempre aberta e qualquer um pode ir buscar ou levar um livro, acrescenta Célia Navarro. "Sim, claro! Pode levar um livro que goste ou que precise. Isto vai estar aberto todo o dia, à disposição de quem passe ou de quem venha de propósito".
E por aqui, nesta pequena nova terra aculturada por estes 16 mil títulos a única coisa que querem dizer aos políticos, em tempo de campanha, é de que "estão fartos deles".
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Base Nacional deve legitimar o trabalho do professor inovador
Seminário reúne especialistas para analisar o documento e discutir como ele pode contribuir para uma educação pública de qualidade
por Marina Lopes, 14 de junho de 2016
Mais que solidificar o trabalho feito nas escolas, a Base Nacional Comum Curricular precisa ser um instrumento de mudança democrática. Para o professor Paulo Blikstein, da escola de educação em Stanford, na Califórnia, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, o documento ainda deve avançar para legitimar a inovação. “Temos que fazer cada vez mais fácil para o professor inovador e cada vez mais difícil para as escolas que querem se manter no século 19”, afirmou, durante o 5º Seminário Internacional do Centro Lemann, realizado nesta segunda-feira (13), em São Paulo.
Ao lado de outros especialistas, Blikstein analisou a segunda versão do documento e fez colocações sobre a área de ciências. Ao trazer referências da base curricular Next Generation Science Standards (NGSS), que começa a ser implementada agora nos Estados Unidos, ele demostrou a importância da progressão dos conteúdos e conhecimentos dos alunos, além de mencionar como positivo o trabalho com conceitos transversais e a inclusão práticas de engenharia no documento norte-americano. “Ao invés de falar o que os alunos devem saber, ela [NGSS] fala sobre o que os alunos devem ser capazes de fazer.”
Especialmente na área de ciências, o professor em Stanford diz que há um grande embate entre o que deve ser priorizado: a cobertura ou a profundidade. Para ele, os países que obtiveram maior sucesso optaram pela profundidade, valorizando que os alunos possam aprender fazendo ciências, e não apenas estudando sobre o que os cientistas fazem e formulam.
No mesmo caminho, o professor Phil Daro, diretor do Strategic Education Research Partnership, que liderou o desenvolvimento do Common Core (currículo nacional dos EUA) na área de matemática, também apontou que a Base deve elevar a atuação dos alunos. Ao analisar a segunda versão do documento brasileiro, ele diz que sente falta de situações em que eles sejam convidados a ter maior participação.
“Os alunos aprendem com o que fazem. Se o que pedimos para eles é raso demais, o aprendizado também vai ser raso. Eles precisam ser ativos, fazer e pensar a matemática. Além das palavras identificar, nomear e localizar, eu gostaria de ver ações mais fortes, como formule, desenhe, construa, explique, interprete, justifique, prove. Essas são as ações fortes da matemática e precisam estar dentro da Base”, mencionou Daro.
por Marina Lopes, 14 de junho de 2016
Mais que solidificar o trabalho feito nas escolas, a Base Nacional Comum Curricular precisa ser um instrumento de mudança democrática. Para o professor Paulo Blikstein, da escola de educação em Stanford, na Califórnia, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, o documento ainda deve avançar para legitimar a inovação. “Temos que fazer cada vez mais fácil para o professor inovador e cada vez mais difícil para as escolas que querem se manter no século 19”, afirmou, durante o 5º Seminário Internacional do Centro Lemann, realizado nesta segunda-feira (13), em São Paulo.
Ao lado de outros especialistas, Blikstein analisou a segunda versão do documento e fez colocações sobre a área de ciências. Ao trazer referências da base curricular Next Generation Science Standards (NGSS), que começa a ser implementada agora nos Estados Unidos, ele demostrou a importância da progressão dos conteúdos e conhecimentos dos alunos, além de mencionar como positivo o trabalho com conceitos transversais e a inclusão práticas de engenharia no documento norte-americano. “Ao invés de falar o que os alunos devem saber, ela [NGSS] fala sobre o que os alunos devem ser capazes de fazer.”
Especialmente na área de ciências, o professor em Stanford diz que há um grande embate entre o que deve ser priorizado: a cobertura ou a profundidade. Para ele, os países que obtiveram maior sucesso optaram pela profundidade, valorizando que os alunos possam aprender fazendo ciências, e não apenas estudando sobre o que os cientistas fazem e formulam.
No mesmo caminho, o professor Phil Daro, diretor do Strategic Education Research Partnership, que liderou o desenvolvimento do Common Core (currículo nacional dos EUA) na área de matemática, também apontou que a Base deve elevar a atuação dos alunos. Ao analisar a segunda versão do documento brasileiro, ele diz que sente falta de situações em que eles sejam convidados a ter maior participação.
“Os alunos aprendem com o que fazem. Se o que pedimos para eles é raso demais, o aprendizado também vai ser raso. Eles precisam ser ativos, fazer e pensar a matemática. Além das palavras identificar, nomear e localizar, eu gostaria de ver ações mais fortes, como formule, desenhe, construa, explique, interprete, justifique, prove. Essas são as ações fortes da matemática e precisam estar dentro da Base”, mencionou Daro.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Marketing em Vídeo é a última tendência
1 minuto de vídeo equivalem a 1.8 milhões de palavras
Vídeos serão 90% de todo o tráfego da Internet. Denis Bai
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Fonte: Tube Academy
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