Leia sempre, a leitura transforma.

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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Festa Julina no IEESF

Olha só...


Uma Quadrilha Moderna 202


Correio do Amor 204


Arraiá Solidário 201


Apresentando a Quadrilha Moderna

Parabéns a todos pelas apresentações e participação!


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Expresso 7:40

Na pauta da semana...

Material chegando
Digitação
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Editorial
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Paródias
Textos
Notícias
Mapas conceituais
Gêneros Textuais
Talentos
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Diagramação
Quantas Páginas?
Decisão
Colegas
Trabalho em Equipe
Valeu
Expresso 7:40 na mão
Pronta a 1ª Edição

Profª. Denise Miletto


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Jornal da Turma

Parceria para 2016


Participar pelo segundo ano deste projeto fortalece nossa prática pedagógica.
Fazer a diferença, envolver os estudantes numa maneira diferente de trabalhar pode até desacomodar e incomodar, mas traz benefícios que os mesmos levarão para a vida.





sexta-feira, 24 de junho de 2016

Escolha do Logo Jornal Escolar - Expresso 7:40

Criatividade...
Agora o desafio escolher a logo do Jornal Escolar 2016


Caroline Athaídes Miler, 204


Willian Garcia Cortes, 203

Gabrieli Loureiro Soares, 201



Willian Garcia Cortes, 203


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Na Espanha existe uma biblioteca de 16 mil livros para 9 habitantes

Afonso de Sousa - tsf.pt - 22/06/2016

O único ser vivo que se movimenta na pequena aldeia de Quintanalara, por volta do meio-dia, é um porco preto. Pertence ao alcaide da povoação. O mesmo alcaide que teve a ideia de fazer uma biblioteca.

"Andou um ano inteiro às voltas e conseguiu. Fez pedidos pela internet. Só estava a pensar em 10 mil livros mas agora já são 16 mil". Estes livros todos acomodados numa casa onde no passado foi o sítio onde se ferravam os animais. Quem o diz é Montsé Gonzalez, uma das 9 pessoas da aldeia que também ajudou a recolher tantos livros.

"Muitos nos diziam que tinham duzentos e que os fossemos buscar. Em casas particulares, de heranças, de Navarra também deram alguns, de outros lados mas tivemos que os ir buscar a todos, foi muito trabalho". Um trabalho compensado com uma inauguração com pompa e circunstância vai há pouco mais de uma semana. Depois de tudo isso, o alcaide foi de férias para um merecido descanso.


Na biblioteca encontrámos Célia Navarra. Nasceu e cresceu na pequena aldeia. Está orgulhosa de tudo. Trabalha em Burgos mas sempre que pode vai ali dar "uma mãozinha". Primeiro têm que se registar os livros e depois é que se pode levar. Neste momento estou a tomar notas dos livros que faltam registar para depois serem alugados", diz.

A excêntrica biblioteca está sempre aberta e qualquer um pode ir buscar ou levar um livro, acrescenta Célia Navarro. "Sim, claro! Pode levar um livro que goste ou que precise. Isto vai estar aberto todo o dia, à disposição de quem passe ou de quem venha de propósito".

E por aqui, nesta pequena nova terra aculturada por estes 16 mil títulos a única coisa que querem dizer aos políticos, em tempo de campanha, é de que "estão fartos deles".



segunda-feira, 20 de junho de 2016

Base Nacional deve legitimar o trabalho do professor inovador

Seminário reúne especialistas para analisar o documento e discutir como ele pode contribuir para uma educação pública de qualidade

por Marina Lopes, 14 de junho de 2016

Mais que solidificar o trabalho feito nas escolas, a Base Nacional Comum Curricular precisa ser um instrumento de mudança democrática. Para o professor Paulo Blikstein, da escola de educação em Stanford, na Califórnia, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, o documento ainda deve avançar para legitimar a inovação. “Temos que fazer cada vez mais fácil para o professor inovador e cada vez mais difícil para as escolas que querem se manter no século 19”, afirmou, durante o 5º Seminário Internacional do Centro Lemann, realizado nesta segunda-feira (13), em São Paulo.

Ao lado de outros especialistas, Blikstein analisou a segunda versão do documento e fez colocações sobre a área de ciências. Ao trazer referências da base curricular Next Generation Science Standards (NGSS), que começa a ser implementada agora nos Estados Unidos, ele demostrou a importância da progressão dos conteúdos e conhecimentos dos alunos, além de mencionar como positivo o trabalho com conceitos transversais e a inclusão práticas de engenharia no documento norte-americano. “Ao invés de falar o que os alunos devem saber, ela [NGSS] fala sobre o que os alunos devem ser capazes de fazer.”

Especialmente na área de ciências, o professor em Stanford diz que há um grande embate entre o que deve ser priorizado: a cobertura ou a profundidade. Para ele, os países que obtiveram maior sucesso optaram pela profundidade, valorizando que os alunos possam aprender fazendo ciências, e não apenas estudando sobre o que os cientistas fazem e formulam.

No mesmo caminho, o professor Phil Daro, diretor do Strategic Education Research Partnership, que liderou o desenvolvimento do Common Core (currículo nacional dos EUA) na área de matemática, também apontou que a Base deve elevar a atuação dos alunos. Ao analisar a segunda versão do documento brasileiro, ele diz que sente falta de situações em que eles sejam convidados a ter maior participação.

“Os alunos aprendem com o que fazem. Se o que pedimos para eles é raso demais, o aprendizado também vai ser raso. Eles precisam ser ativos, fazer e pensar a matemática. Além das palavras identificar, nomear e localizar, eu gostaria de ver ações mais fortes, como formule, desenhe, construa, explique, interprete, justifique, prove. Essas são as ações fortes da matemática e precisam estar dentro da Base”, mencionou Daro.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Marketing em Vídeo é a última tendência


1 minuto de vídeo equivalem a 1.8 milhões de palavras

Vídeos serão  90% de todo o tráfego da Internet. Denis Bai

Assista:



Fonte: Tube Academy