Leia sempre, a leitura transforma.

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Gincana 64 anos do IEE Salgado Filho

O Ensino Médio revesou-se em diversas equipes formadas pelas turmas nas tarefas que fizeram parte da gincana que foi um sucesso.
Parabéns a todos os integrantes das equipes e à Comissão Organizadora pelo trabalho realizado. A tarefa solidária angariou materais para o Hospital Santo Antônio.

Turma 203
Turma 202

Turma 201 - Segundo Lugar da Gincana
Turma 204
Turma 301 - Vencedora da Gincana
Turma 302    







   Amanhã tem mais  fotos!

          


É hora de fazer uma faxina em seu cérebro?


Cena de "Como enlouquecer seu chefe": no filme, a desorganização corporativa tem graça. No mundo real, não
Daniel J. Levitin, da Revista EXAME

São Paulo — Leia, a seguir, um trecho inédito do livro "A Mente Organizada", do neurocientista americano Daniel J. Levitin, sobre como seu cérebro lida com o excesso de informação:

"Nós, seres humanos, temos uma longa história de aprimoramento neuronal — maneiras de melhorar o cérebro que nos foram dadas pela evolução. Treinamos os neurônios para que se tornem aliados mais eficientes e confiáveis, capazes de realizar nossas metas. Criamos sistemas para remover a desordem do cérebro e lembrar detalhes cuja recordação não é possível confiar apenas à memória.


Essas e outras inovações são projetadas para aperfeiçoar nosso cérebro ou descarregar algumas das funções dele em fontes externas. Mas um dos maiores progressos, em termos de aprimoramento neuronal, ocorreu há 5 000 anos, quando os seres humanos descobriram uma maneira revolucionária de aumentar a capacidade da memória e do sistema de indexação do cérebro: a linguagem escrita.

Quando nossos antepassados trocaram o estilo de vida nômade pelo urbano, criando centros de comércio e cidades cada vez maiores, o incremento começou a pesar sobre a memória dos comerciantes individualmente e, por isso, a primeira escrita tornou-se importante para registrar as transações comerciais. A poesia, as histórias, as táticas militares e os projetos complexos de arquitetura vieram depois.

Antes da linguagem escrita, nossos ancestrais dependiam da memória, de esboços ou da música para codificar e preservar as informações importantes. A memória é falível, claro, mas não tanto por causa de limitações de armazenamento, e sim pelas limitações de recuperação. Alguns neurocientistas acreditam que quase toda experiência consciente é armazenada no cérebro.
O problema é achá-la e trazê-la de volta. Às vezes a informação que chega é incompleta, distorcida ou enganosa. Recordações pessoais surgem de repente em nossa mente e atropelam raciocínios baseados em informações estatísticas que tornariam muito mais precisas e adequadas nossas decisões sobre tratamentos médicos, investimentos ou sobre a confiabilidade de pessoas de nosso mundo social. 

Nos últimos 20 anos, os psicólogos cognitivos provaram que a memória não é confiável. Não se trata apenas de lembranças confusas (o que já seria ruim), e sim de nem sequer sabermos que elas estão erradas. Insistimos que certas imprecisões são de fato verdadeiras.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Fragmentos Modernistas

Trabalho realizado com os estudantes das turmas 301 e 302 do IEESF.
Numa manhã saímos às ruas para fotografarmos fragmentadamente.
Juntar estes fragmentos e as sensações que causavam foi o desafio.
Beleza e poesia...
Eis os trabalhos expostos no hall da escola:



 Parabéns estudantes pela sensibilidade!



quarta-feira, 6 de julho de 2016

Por criatividade, professor precisa tornar o pensamento do aluno visível



Cesar Augusto Amaral Nunes, especialista em avaliação de criatividade, fala ao Porvir de seus projetos e de como o professor pode ajudar seus alunos a desenvolver pensamento crítico

por Vinícius de Oliveira, 17 de junho de 2016

Em pouco mais de 20 centímetros de tela, dezenas de professores disputam espaço para divulgar seus próprios projetos e comentar o trabalho de colegas. São pequenas ideias ou planos de aulas já robustos pensados para desenvolver a criatividade de alunos que são estimulados a sair da rotina e pensar diferente.

No computador que Cesar Augusto Amaral Nunes, pesquisador da Faculdade de Educação da Unicamp e especialista em desenvolvimento e avaliação de criatividade, pensamento crítico e resolução de problemas, levará a Paris neste mês para a reunião da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) estão amostras de como é possível envolver a estrutura de uma rede pública (Chapecó, em Santa Catarina) para criar um modelo de educação inovadora. O projeto realizado no sul do país tira professores e alunos da zona de conforto para dar vez à experimentação e à busca de respostas que vão além do sim ou não para proporcionar uma aprendizagem mais profunda.

Leia mais: Especial socioemocionais – o que são as competências para o séc. 21

Colaborador de diversas instituições nacionais e internacionais, Nunes é um especialista em desenhar projetos destinados a ganhar escala rapidamente. No entanto, pelo que chama de coerência, faz questão de manter a pesquisa próxima ao chão da sala de aula, ouvir o professor e “formá-lo para as mesmas coisas que eu quero que ele faça com o aluno”.

Na entrevista abaixo, Nunes detalha sua participação em recentes pesquisas na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), onde trabalha o desenvolvimento da formação moral, como contribui com o Instituto Ayrton Senna para criar um instrumento de avaliação de competências socioemocionais e como é o trabalho na rede de Chapecó, que envolve mais de 50 escolas. Por fim, analisa como o modelo atual de educação precisa de novas rotinas e diz como professores podem ajudar alunos a tornarem seu raciocínio mais visível a partir dos pontos cardeais de uma bússola.

Porvir: Como são os programas que você desenvolve na Unicamp, no Instituto Ayrton Senna e na OCDE?
Cesar Nunes: Vou começar pela Unicamp, onde estou trabalhando em um grupo chamado GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Moral), que trata a moral como algo que precisa ser estudado para que seja apropriado e oriente as nossas ações a partir de primeiros princípios. Eu inicio por aí porque existe uma relação muito grande com as socioemocionais, que são necessárias, mas tem algo que vem antes. Quando se fala no desenvolvimento dessas competências, a gente cai na relação entre as pessoas e o saber escutar. Mas quando você tenta resolver as situações só para se dar bem, não partirá de princípios. Vários programas vão direto para a socioemocional porque dizem que se o aluno fizer uma determinada atividade, a nota dele vai aumentar e se ele for perseverante e resiliente, vai se dar melhor na vida em termos profissionais. Mas é mais que isso.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O que fazer com aquele sono na hora de estudar?




















Um dos momentos mais ENGRAÇADOS da minha época de VESTIBULAR foi o dia em que meu pai chegou em casa e me pegou DORMINDO em cima do livro de Química. Meu pai ficou com pena, me mandou ir pra cama DORMIR, mas eu quase morri de VERGONHA, respirei fundo e continuei ESTUDANDO.

Mal sabia eu que na verdade eu estava fazendo alguma coisa que ia ser ÓTIMA pra minha APRENDIZAGEM da própria (arg...) Química...

Vários ESTUDOS RECENTES tem mostrado que uma COCHILADA no meio do dia pode AUMENTAR CONSIDERAVELMENTE o seu DESEMPENHO, mais até do que o uso da CAFEÍNA, que também tem benefícios comprovados na cognição.

Pra você ter uma ideia, um cochilo de 5 a 15 minutos pode AUMENTAR o seu DESEMPENHO COGNITIVO por até 3 horas após a dormida.

E a coisa só melhora... (pelo menos para os dorminhocos assumidos como eu!)

Não é pra dormir só quando você já está caindo de CANSAÇO, como foi meu caso na época do vestibular.

Os mesmos estudos também mostram que, com a REGULARIDADE, os BENEFÍCIOS do cochilo diurno AUMENTAM. E que o horário ideal pra fazer a siesta é entre 13h e 16h da tarde. Tudo isso está ligado com o CICLO CIRCADIANO, que regula o nosso ritmo metabólico.

Em resumo, se você quer APRENDER MAIS, MELHOR e por MAIS TEMPO ao longo o dia, uma boa ideia é imitar os espanhóis e seus descendentes latinos, aderindo a uma boa SIESTA no início da tarde.


Fonte: Mais Aprendizagem

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Festa Julina no IEESF

Olha só...


Uma Quadrilha Moderna 202


Correio do Amor 204


Arraiá Solidário 201


Apresentando a Quadrilha Moderna

Parabéns a todos pelas apresentações e participação!


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Expresso 7:40

Na pauta da semana...

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Profª. Denise Miletto